Avalanche surpreende esquiadores na Argentina; veja vídeo
Trecho onde ocorreu fenômeno fica fora das áreas autorizadas do centro de esqui e não recebe manutenção ou monitoramento
Internacional|Do R7
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Dois esquiadores escaparam ilesos de uma avalanche que ocorreu no Cerro Chapelco, em San Martín de los Andes, na província argentina de Neuquén. O momento em que uma grande quantidade de neve desce pela montanha foi registrado por uma câmera e as imagens repercutiram nas redes sociais.
Segundo o jornal argentino La Nación, o episódio aconteceu na tarde de quinta-feira (3), quando os dois esquiadores desciam pela região conhecida como “el filo”, a quase 2 mil metros de altitude. O trecho fica fora das áreas autorizadas do centro de esqui e não recebe manutenção ou monitoramento.
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As imagens mostram os atletas avançando pela encosta em movimentos de zigue-zague. Pouco depois, uma massa de neve se desprende da parte superior da montanha e avança pela área onde eles haviam passado.
Apesar da proximidade, a avalanche não atingiu os esquiadores. Os dois conseguiram escapar sem ferimentos, de acordo com informações da imprensa local citadas pelo La Nación.
Área sem controle e alerta aos visitantes
Após o desprendimento de neve, o centro de esqui acionou o protocolo de segurança para impedir a aproximação de outras pessoas ao trecho afetado, aponta o La Nación. Também foi realizada uma operação preventiva para avaliar as condições da montanha e os riscos existentes na região.
O episódio reacendeu o alerta sobre os perigos de acessar áreas não autorizadas. Conforme as regras do Centro de Esqui de Chapelco, os chamados setores “fora de pista” não são preparados, sinalizados, monitorados ou protegidos contra os riscos naturais da montanha.
O regulamento também estabelece que o esquiador assume a responsabilidade por acidentes relacionados à entrada em áreas fechadas ou não habilitadas, além de advertir que é proibido acessar pistas interditadas pelo complexo.
O centro, em seu documento, reforça que as restrições existem justamente para reduzir a exposição dos visitantes aos riscos característicos da região montanhosa, especialmente em áreas que não contam com estruturas de segurança e acompanhamento das condições da neve.
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