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Bombardeios da coalizão em Al Raqqah matam combatentes do EI

Internacional|Do R7

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Beirute, 6 fev (EFE).- Dezenas de combatentes do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) morreram nesta sexta-feira em bombardeios da coalizão internacional, liderada pelos Estados Unidos, nas imediações da cidade síria de Al Raqqah (nordeste), disse à Agência Efe o diretor do Observatório Sírio de Direitos Humanos, Rami Abdul Rahman. Por telefone, o ativista destacou que sua organização não pôde confirmar se em algum desses ataques morreu a refém americana do EI Kayla Jean Müller, cuja suposta morte foi anunciada pelos extremistas na internet. Mais cedo, o EI informou a morte da voluntária durante os bombardeios da coalizão nos arredores de Al Raqqah, mas não apresentou provas e apenas mostrou uma imagem de seu suposto cativeiro. Rami Abdul Rahman disse que, segundo os dados que dispõe, a mulher, de 26 anos, estava sequestrada em algum lugar a oeste de Al Raqqah. Segundo o Observatório, a coalizão teve hoje como objetivo atingir carros de combate e armas pesadas do EI em fazenda na zona de Abu Kubeiz, assim como quartéis dos radicais nos povoados de Suheil e Al Aziuma, na periferia de Al Raqqah. Na região, a aliança internacional destruiu um centro de treinamento dos extremistas e uma prisão na cidade de Manjar, na estrada que leva à província vizinha de Deir ez Zor, no nordeste. Rami Abdul Rahman descartou que a refém americana estivesse nessa prisão do EI. As autoridades dos EUA ainda não confirmaram nem desmentido à morte. A Jordânia, que também participa da coalizão, intensificou os ataques aéreos contra posições do grupo extremista depois que o EI divulgou um vídeo na internet no qual aparentemente queimava vivo o piloto jordaniano da coalizão Moaz Kasasbeh, capturado em dezembro. EFE ssa/cdr

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