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Brasil e outros 11 países pedem auditoria de eleição na Venezuela

Grupo afirma que a votação foi marcada por irregularidades e manipulação

Internacional|Do R7

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Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela disse que os candidatos aliados a Maduro venceram em 17 Estados
Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela disse que os candidatos aliados a Maduro venceram em 17 Estados

Um conjunto de 12 países das Américas, conhecido como Grupo de Lima, pediu nesta terça-feira (17) uma auditoria independente urgente sobre as eleições regionais da Venezuela no último domingo (15) e afirmou que o pleito, no qual aliados do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, conquistaram a maioria dos governos estaduais, foi marcado por irregularidades e manipulação.

O grupo, formado por Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Paraguai e Peru, aponta que a eleição foi caracterizada por "diversos obstáculos, atos de intimidação, manipulação e irregularidades" e, diante disso, consideram "urgente realizar uma auditoria independente de todo o processo eleitoral".


Os membros do Grupo de Lima pedem, ainda, que essa auditoria seja "acompanhada por observadores internacionais especializados e reconhecidos, a fim de esclarecer a controvérsia gerada sobre os resultados da referida eleição e conhecer o verdadeiro pronunciamento do povo venezuelano".

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O Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela, pró-governo, disse que os candidatos aliados a Maduro venceram em 17 Estados, contra seis da oposição, na votação de domingo. O ótimo resultado do governista Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) foi inesperado, já que a escassez de alimentos devastadora e a inflação que corrói os salários vêm despertando fúria contra Maduro.


Líderes oposicionistas denunciaram irregularidades, pediram uma reação nas ruas e exigiram uma auditoria do pleito, mas não apresentaram nenhum indício de fraude de imediato.

Antes da eleição de domingo, membros da oposição a Maduro afirmaram que a comissão eleitoral pró-Maduro tentou manipular as eleições regionais a favor dos socialistas incluindo os nomes de candidatos derrotados em primárias na cédula.

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