Campos de petróleo do Egito seguem operando, mas companhias estão em alerta
Apesar do anúncio, a Shell fechou seu escritório no país pelos próximos dias
Internacional|Do R7
A produção de petróleo e gás no Egito de grandes empresas como BP e BG não tem sido afetada pela crise política, embora a Royal Dutch Shell tenha fechado seu escritório pelos próximos dias e restringido viagens de negócio de seus funcionários ao país.
"Operações e produção não estão afetados. Estamos monitorando a situação de segurança nas áreas (urbanas), onde temos escritórios. Todos os nossos funcionários estão seguros", disse um porta-voz da BP. Ao menos 525 pessoas foram mortas em uma operação das forças de segurança na quarta-feira (15).
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O Egito produz cerca de 728 mil barris de petróleo por dia, cerca de 0,9% da produção mundial, e 60,9 bilhões de metros cúbicos de gás, equivalente a 1,8% da oferta mundial.
A BP produz cerca de 15% do referido óleo e mais de 30% do gás, juntamente com os seus parceiros, que incluem a Shell.
"Para garantir a segurança de nossos funcionários, os escritórios da Shell no Egito serão fechadas hoje e no fim de semana e viagens de negócios ao país foram restritas. Vamos continuar a monitorar a situação no Egito", disse um porta-voz da Shell em comunicado.
Um porta-voz da BG, cuja maior parte das operações de GNL (gás natural liquefeito) no Egito equivale a cerca de um quinto da sua produção total, disse que não havia mudanças a informar e que todos os seus funcionários estavam seguros. A empresa já retirou do Egito em julho 100 funcionários e seus dependentes.
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