Carro-bomba perto da Universidade de Cabul deixa 4 mortos e 16 feridos
O último grande ataque em Cabul ocorreu no dia 1º deste mês, quando pelo menos 11 pessoas foram mortas e 65 ficaram feridas, incluindo nove crianças
Internacional|Do R7, com Agência EFE e Reuters

Pelo menos quatro pessoas foram mortas e outras 16 ficaram feridas em um ataque a bomba nesta sexta-feira (19), perto da Universidade de Cabul, na capital do Afeganistão, por enquanto não se sabe o alvo ou a natureza da explosão.
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O ataque ocorreu às 7h10 (hora local), perto da entrada sul da universidade, "mas ainda estamos coletando informações sobre a natureza da explosão e o objetivo", disse o porta-voz da polícia de Cabul, Firaraws Faramarz.
O número de vítimas está, por enquanto, em quatro mortos e 16 feridos, revelou à Agência Efe, o porta-voz do Ministério da Saúde Pública, Wahidullah Mayar.
"Os feridos já foram hospitalizados e estão recebendo o tratamento necessário", detalhou Mayar.
Até o momento nenhum grupo insurgente reivindicou a autoria do atentado.
O último grande ataque em Cabul ocorreu no dia 1º deste mês, quando pelo menos 11 pessoas foram mortas e 65 ficaram feridas, incluindo nove crianças, em uma operação do Talibã com bomba e um posterior tiroteio a um edifício do Ministério da Defesa.
Esse atentado aconteceu no meio das conversas entre uma delegação talibã e representantes dos Estados Unidos em Catar, na sétima rodada de reuniões sobre negociações de paz para o Afeganistão.
Ambos os lados buscam uma saída para quase duas décadas de conflito armado no país asiático, embora até agora os talibãs tenham se recusado a sentar-se à mesma mesa com o governo afegão.
Outros atentados
O país continua registrando outras explosões em meio ao conflito interno. Nesta quinta-feira (18), outro carro-bomba há quase 500 km de distância da capital, na cidade de Kandahar atingiu as forças policiais do país.
Um médico de plantão no hospital provincial de Kandahar disse que a maioria dos feridos eram membros das forças de segurança.
O Taleban disse em um comunicado que seus combatentes detonaram um carro-bomba e os confrontos continuavam enquanto alguns combatentes entravam nos escritórios da polícia











