Catorze elefantes morreram envenenados no Zimbábue nas últimas semanas
No ano passado, mais de 100 elefantes foram envenenados na região para a retirada do marfim
Internacional|Agência Brasil

“Onze elefantes morreram de envenenamento químico no Parque Nacional de Hwange [Oeste do Zimbabué] e na Reserva de Deka [adjacente ao parque] e três outros foram envenenados num aterro sanitário”, anunciou a porta-voz das autoridades dos parques naturais do Zimbabué, Carol Washaya, num comunicado.
Cinco dos elefantes “foram envenenados por caçadores ilegais no parque de Hwange” e seis outros foram encontrados mortos por uma patrulha de guardas fora do parque, adiantou.
As presas de alguns dos animais haviam sido cortadas, provavelmente por caçadores, segundo Carol Washaya.
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A polícia deteve cinco homens suspeitos de envolvimento na morte dos animais.
Os três outros elefantes morreram envenenados depois de terem consumido resíduos tóxicos num aterro sanitário na cidade de Kariba (Norte), de acordo com testes, descartando a hipótese de um ato criminoso.
A caça ilegal para a retirada das presas desses animais é frequente nos parques nacionais zimbabueanos, sendo os elefantes e os rinocerontes os principais alvos.
No ano passado, mais de 100 elefantes foram envenenados com cianeto para a retirada do marfim.
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Cecil, o leão mais famoso do Zimbábue, foi morto por um dentista americano chamado Walter Palmer em 6 de julho deste ano. Palmer, que supostamente pagou em tono de R$ 100 mil para conseguir uma licença e entrar no parque, está sendo fortemente criticado na internet e uma ONG chegou a pedir pena de morte, caso ele seja culpado pelo crime






















