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Chanceler de Israel diz que 'pressão internacional' devido à guerra em Gaza aumentará

Segundo Eli Cohen, governo trabalha para expandir sua 'janela de legitimidade' e 'a luta continuará enquanto for necessário'

Internacional|Do R7

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Eli Cohen participa de conferência em Bruxelas
Eli Cohen participa de conferência em Bruxelas

Israel enfrenta uma crescente "pressão internacional" devido ao custo humano da sua guerra contra o grupo terrorista palestino Hamas na Faixa de Gaza, mas trabalha para expandir a sua "janela de legitimidade", disse o chanceler israelense, Eli Cohen, nesta segunda-feira (13). 

"Temos duas ou três semanas até que a pressão internacional realmente aumente, mas o Ministério das Relações Exteriores trabalha para ampliar a janela de legitimidade, e a luta continuará enquanto for necessário", afirmou o ministro, citado pelo seu porta-voz.


Segundo o último balanço de mortos divulgado pelo Hamas, nesta segunda-feira, mais de 11.240 pessoas morreram na Faixa de Gaza desde o início da guerra, em 7 de outubro. Do total de vítimas, 70% são crianças, mulheres e idosos. As ofensivas também causaram grande destruição, com pelo menos 42% das casas do enclave danificadas ou destruídas.

Além dos bombardeios incessantes, o povo de Gaza enfrenta também a carência de produtos básicos desde 9 de outubro, quando Israel decretou um cerco total ao território palestino. Centenas de caminhões com ajuda humanitária entraram em Gaza pela passagem fronteiriça de Rafah nas últimas semanas com água, comida e medicamentos, mas Israel impediu a entrega de combustível no território palestino, alegando que isso poderia beneficiar o Hamas.

A escassez de combustível já levou ao fechamento de vários hospitais, entre eles a única unidade oncológica do território palestino. Na falta de medicamentos, os poucos hospitais que ainda funcionam estão realizando procedimentos sem anestesia. A falta de combustível também coloca em risco a vida de pelo menos 120 bebês prematuros que estão em incubadoras.

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