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Chefes militares de dez países continuam na Jordânia reunião sobre Síria

Internacional|Do R7

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Amã, 27 ago (EFE).- Os chefes militares de dez países, entre eles o americano Martin Dempsey, continuam nesta terça-feira reunidos na Jordânia para debater eventuais ações na Síria em meio aos temores de um aumento do conflito. O exército da Jordânia segue mantendo um completo silêncio sobre a cúpula militar, que começou ontem e está sendo liderada pelo general Dempsey e o chefe do Estado-Maior jordaniano, Mashaal al Zaben. No entanto, fontes governamentais disseram à Agência Efe que as forças armadas jordanianas poderiam emitir um breve comunicado no final do dia sobre os resultados do encontro. Participam da reunião os altos comandantes militares dos Estados Unidos, Jordânia, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Canadá, Turquia, Arábia Saudita e Catar. Alguns analistas acreditam que os comandantes podem estar avaliando o impacto de uma possível ação militar contra a Síria e qual seria a reação do regime de Damasco, que advertiu sobre as "graves consequências" que esse ataque poderia ter na região. O governo americano disse ontem que exigirá que regime sírio preste contas pelo que classificou de "inegável" uso de armas químicas contra a população civil, embora não confirmou se decidiu por uma intervenção militar. A Rússia disse que os países do Ocidente acusam "sem provas" o regime do presidente sírio, Bashar al Assad, e criticou as ameaças de atacar o país árabe. A Coalizão Nacional Síria (CNFROS), a principal aliança opositora do país, denunciou no último dia 21 a morte de pelo menos 1.300 pessoas em um suposto ataque químico perpetrado pelo regime nos arredores de Damasco, embora outros grupos de ativistas indicaram um número de vítimas fatais de aproximadamente 400. A missão de investigadores da ONU enviada à Síria esteve ontem neste local para investigar as denúncias após chegar a um acordo com as autoridades do regime, que negam qualquer responsabilidade no suposto ataque. EFE ajm/dk

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