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Cheia do rio Sena faz Louvre fechar exibição de arte islâmica

Obras de arte estão em galeria subterrânea, ao lado do rio. Em 2016, a última grande enchente fez o museu retirar acervo do local

Internacional|Do R7

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Margem do rio Sena completamente alagada em Paris
Margem do rio Sena completamente alagada em Paris

O Museu do Louvre, em Paris, fechou sua exibição subterrânea de arte islâmica nesta quarta-feira (24), após um aumento acentuado do nível do rio Sena, desencadeado por semanas de chuvas intensas.

A água do Sena inundou suas passarelas no início desta semana e seu nível subiu muito, impedindo que barcos de Paris passem debaixo das antigas pontes próximas à catedral de Notre-Dame.


Turistas e moradores foram aconselhados a manter distância das margens do rio e barcos submersos atracados aos cais aparentavam estar encalhados no meio de um Sena amplamente mais largo.

Seis estações de trem localizadas próximas ao rio, incluindo a Saint-Michel, no Quartier Latin, região que atrai muitos turistas, foram forçadas a fechar.


O Louvre, maior museu do mundo e cujos tesouros incluem a "Mona Lisa", de Leonardo da Vinci, e a estátua da Vênus de Milo, decidiu fechar sua galeria subterrânea como uma medida preventiva porque uma grande parte do prédio fica ao lado do Sena.

O museu não informou se irá transferir obras de arte da área.


"Uma unidade de crise está monitorando a situação em tempo real", informou o Louvre, em comunicado.

O Louvre destacou que nenhum dano ocorreu em 2016, quando medidas similares foram tomadas por temores de que a água pudesse danificar exibições.

Meteorologistas previram que maiores inundações podem deixar o rio com 6 metros ou mais no total. Com o nível da água crescendo de um a dois centímetros por hora, o rio havia atingido 5,24 metros às 10h desta quarta-feira, no horário de Brasília.

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