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Confrontos em aldeia na Síria deixam 28 mortos

Internacional|Do R7

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Cairo, 5 out (EFE).- Pelo menos 28 pessoas, entre elas 20 milicianos leais ao presidente sírio, Bashar al Assad, e oito civis, morreram neste sábado em combates em uma aldeia turcomana sunita da província litorânea de Tartus, considerada reduto do regime, segundo ativistas. O Observatório Sírio de Direitos Humanos informou em comunicado que a população de Al Metras está passando por um intenso bombardeio das tropas do regime, apoiadas por uma milícia de cristãos e alauitas, confissão de Assad. Os moradores da aldeia enfrentam as forças governamentais para impedir que entrem e controlem o município, onde vivem cerca de 8 mil pessoas e que está cercado de localidades de maioria alauita. Pelo menos 20 milicianos e oito civis morreram, enquanto vários ficaram feridos nos confrontos e bombardeios. O Observatório detalhou que as tropas estão tentando chegar a um acordo com os aldeões de Al Metras em troca de que dezenas de jovens desertores se entreguem voluntariamente. A opositora Comissão Geral da Revolução Síria e os ativistas Comitês de Coordenação Local informaram sobre a morte de pelo menos cinco civis nos bombardeios e expressaram seu temor de que sejam cometidas atrocidades. Em outro fato, o Observatório assinalou hoje que pelo menos 17 combatentes da Frente al Nusra, vinculado à rede terrorista Al Qaeda, e sete membros de uma família morreram na quarta-feira passada em enfrentamentos em uma aldeia da província de Al Hasaka, no nordeste da Síria. Os choques entre os islamitas e os moradores da cidade de Reshm al Fanush explodiram quando um homem de uma família da aldeia descumpriu sua promessa de entregar aos extremistas cerca de 100 fuzis que tinha recebido do regime sírio, segundo o grupo de direitos humanos. EFE aj/tr

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