Decisão da Justiça russa deve reduzir pena de ativistas do Greenpeace
Grupo preso no país será processado apenas por vandalismo
Internacional|Do R7
A Rússia retirou as acusações de pirataria contra 30 pessoas envolvidas em um protesto do Greenpeace contra a exploração de petróleo no Ártico, as substituindo por acusações mais leves, informou a agência de notícias Itar-tass nesta quarta-feira (23), citando investigadores federais.
O porta-voz do Comitê Investigativo, Vladimir Markin, disse que as acusações contra os ativistas que fizeram o protesto em uma plataforma de petróleo há pouco mais de um mês foram substituídas de pirataria, que tem pena máxima de 15 anos de prisão, para vandalismo, que tem pena menor, segundo a Itar-Tass.
"As ações dos que estão envolvidos no caso foram reclassificadas para a acusação de vandalismo", declarou o porta-voz à agência RIA Novosti.
Uma integrante brasileira do Greenpeace está entre os 30 ativistas detidos na Rússia por participação no protesto.
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