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"Declararam a guerra à civilização", diz Sarkozy após atentado

Ex-presidente ressaltou que radicais são contra a França e a democracia

Internacional|Do R7

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O ex-presidente francês e líder do partido conservador UMP (União por um Movimento Popular), Nicolas Sarkozy, assegurou que os autores do suposto atentado islamita desta sexta-feira (26) perto de Lyon (leste) declararam guerra não só à França e à democracia, mas "à civilização".

"Por sua mensagem, por sua macabra e sangrenta encenação, ele ou os autores do atentado declararam guerra não só à França e à democracia, mas à civilização", declarou em comunicado o que foi chefe do Estado francês entre 2007 e 2012.


O político conservador reagiu pouco depois que soube que uma ou várias pessoas deixaram um corpo decapitado com inscrições em árabe em uma fábrica de produtos químicos da cidade de Saint-Quentin Fallavier, próxima a Lyon, e provocaram uma explosão que deixou vários feridos.

"Temos o dever de nos defender com a maior determinação", acrescentou Sarkozy, que ressaltou que sua formação está há "semanas" pedindo ao governo que tome "todas as medidas indispensáveis para assegurar a proteção" dos franceses. O ex-presidente conservador solicitou, além disso, que o Executivo eleve o nível de vigilância antiterrorista e que aclare "as circunstâncias exatas deste novo ataque". 

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