Dentista que matou leão na África foi acusado de assédio sexual por ex-funcionária
Walter Palmer teria pago cerca de R$ 428.000 para encerrar o caso em 2009
Internacional|Do R7

Walter Palmer, o dentista norte-americano que matou o leão mais famoso da África esta semana, foi acusado de assédio sexual por uma ex-funcionária de sua clínica em Minneapolis. Ela alegou que Palmer a submeteu a "assédio sexual indesejável por meio de comentários e conduta física envolvendo seus seios, nádegas e genitália".
Segundo informações do Daily Mail, Palmer teria pago cerca de R$ 428.000 ($ 127,500) para a mulher em 2009, o que encerrou o caso.
A vítima alegou que pediu diversas vezes para Palmer parar de assediá-la, mas não foi atendida. Ela também alega que perdeu o emprego por ter denunciado o chefe.
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Por sua vez, o dentista alegou que pagou a quantia para “concluir o assunto com rapidez e eficiência", e que a atitude não representa uma admissão do crime.
De acordo com o processo arquivado, a mulher trabalhou para Palmer entre 1999 e 2005.
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