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Diferentes ataques no Iraque deixam pelo menos 11 mortos

Internacional|Do R7

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(Atualiza número de mortos e acrescenta mais atentados) Bagdá, 6 nov (EFE).- Pelo menos 11 pessoas, entre elas seis policiais, morreram e outras 21 ficaram feridas em vários atos de violência perpetrados nesta quarta-feira em distintas províncias iraquianas, informaram à Agência Efe fontes de segurança. O ataque mais sangrento foi cometido na província de Diyala, ao nordeste de Bagdá, onde pelo menos cinco policiais morreram e outras 12 pessoas ficaram feridas após a explosão de um caminhão-bomba em frente a uma delegacia situada a 25 quilômetros da cidade de Baquba. As fontes disseram que entre os feridos há sete agentes e não descartaram que aumente o número de vítimas devido ao estado grave de alguns deles. Os feridos foram transferidos a um hospital próximo para receber tratamento médico, enquanto as forças de segurança cercaram a zona para evitar novos ataques. Por outro lado, dois civis morreram por disparos no centro da cidade de Mossul, capital da província de Ninawa, no norte do Iraque. Na zona de Al Qiyara, a 60 quilômetros ao sul dessa mesma cidade, um policial morreu pela explosão de uma bomba colocada em seu veículo. Uma fonte do Ministério do Interior informou que um civil morreu e outros seis ficaram feridos pela explosão de uma bomba na zona de Saba al Bor, no noroeste de Bagdá, enquanto no bairro de al-Sadr, também na capital, um policial ficou gravemente ferido por disparos de um franco-atirador. Além disso, dois membros da milícia pró-governo dos Conselhos de Salvação faleceram e outros dois ficaram feridos pela explosão de uma bomba durante a passagem do carro no qual viajavam na zona de Abu Ghraib, 25 quilômetros ao sul da capital. O Iraque é palco de uma escalada do terrorismo e da violência sectária, com atentados frequentes contra as forças de segurança e a comunidade xiita. A missão da ONU no Iraque (Unami) e o Governo iraquiano anunciaram recentemente que cerca de mil de iraquianos morreram em atos violentos durante o outubro passado, um dos meses mais mortíferos dos últimos cinco anos. EFE ah/ff

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