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Dilma recebe Bachelet em Brasília antes da cerimônia de abertura da Copa

Internacional|Do R7

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Brasília, 11 jun (EFE).- Dilma Rousseff receberá amanhã, quinta-feira, a presidente do Chile, Michelle Bachelet, para uma reunião privada em Brasília, e em seguida as presidentes viajarão juntas para São Paulo para assistir à cerimônia de abertura da Copa do Mundo 2014. Fontes oficiais confirmaram nesta quarta-feira à Agência Efe que, nessa breve reunião, que deve durar uma hora, as presidentes assinarão um acordo para facilitar a troca de informação sobre violações de direitos humanos registradas nos países durante as ditaduras militares. O acordo começou a ser negociado imediatamente depois da posse de Bachelet, que tomou posse em 11 de março. Logo depois o ministro das Relações Exteriores do Chile, Heraldo Muñoz, visitou em Brasília o chanceler brasileiro, Luiz Alberto Figueiredo, para começar a negociar os termos do acordo. Muñoz ressaltou durante essa visita que "os direitos humanos são fundamentais para os dois governos" e assinalou o "valor simbólico" de tanto Dilma como Bachelet, além de serem amigas pessoais, terem sido perseguidas pelas ditaduras. A ditadura militar no Brasil foi de 1964 a 1985, e o Chile viveu sob a ditadura do general Augusto Pinochet de 1973 a 1990. O chanceler chileno disse que seu país "acumulou muitos dados sobre a repressão", que incluem dados sobre brasileiros detidos após que derrubou o presidente Salvador Allende. Após a reunião em Brasília, Dilma e Bachelet irão juntas para São Paulo, para assistir à cerimônia de abertura da Copa e a partida entre Brasil e Croácia na Arena Corinthians. Em São Paulo, antes do jogo, Dilma oferecerá um almoço para um grupo de líderes e autoridades convidadas. O governo brasileiro informou que estão confirmadas para o almoço as presenças do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e dos presidentes da Bolívia, Evo Morales; do Equador, Rafael Correa; do Paraguai, Horacio Cartes; do Uruguai, José Mujica, e do Suriname, Desi Bouterse. Também estão presentes os presidentes de Angola, José Eduardo dos Santos; e do Gabão, Ali Bongo; o vice-presidente de Gana, Kwesi Bekoe Amissah-Arthur; o emir do Catar, At-Ta'mim bin Hamad Al- Thani, e primeiro-ministro da Croácia, Zoran Milanovic. EFE ed/cd

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