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Drone explode em ponto de ônibus de usina nuclear na Ucrânia, diz agência

Incidente deixou 16 vítimas e um morto entre funcionários e subcontratados

Reuters

Internacional|Da Reuters

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Um drone explodiu em um ponto de ônibus da usina nuclear de Zaporizhzhia, na Ucrânia, matando uma pessoa e ferindo várias outras.
  • A AIEA descreveu o incidente como o pior evento enfrentado pela usina, com 16 vítimas, incluindo uma morte e três feridos graves.
  • As forças russas controlam a usina desde fevereiro de 2022, e ambos os lados do conflito acusam-se mutuamente de comprometer a segurança da instalação.
  • O diretor-geral da AIEA, Rafael Grossi, pediu o fim imediato de ações militares que visem usinas nucleares e seus funcionários, devido aos grandes riscos à segurança.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Diretor-geral da AIEA pediu o fim das ações militares que comprometem a segurança nuclear Stringer/Reuters - 11.08.2026

A AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica) informou nesta terça-feira (18) que um drone explodiu em um ponto de ônibus utilizado pelos funcionários da usina nuclear de Zaporizhzhia, na Ucrânia, matando uma pessoa e ferindo várias outras.

A AIEA, órgão da ONU (Organização das Nações Unidas) responsável pela fiscalização da energia nuclear, em comunicado divulgado no X, informou ainda que o diretor da usina descreveu o incidente como “o pior evento que a usina já enfrentou”.


A agência, citando o diretor da usina, informou que a explosão, ocorrida por volta das 6h da manhã, causou 16 vítimas entre funcionários e subcontratados, incluindo uma morte e três feridos graves.

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As forças russas tomaram a usina nuclear — a maior da Europa, com seis reatores — nas primeiras semanas de sua invasão da Ucrânia, em fevereiro de 2022, e, desde então, cada lado tem acusado regularmente o outro de ações que comprometem a segurança da instalação.


Entre os incidentes militares recentes, o abastecimento de água para partes da usina foi afetado em julho.

O diretor-geral da AIEA, Rafael Grossi, pediu nesta terça-feira que “os comandantes militares responsáveis por essas ações, bem como todos os demais que têm como alvo usinas nucleares e/ou seus funcionários, ponham fim imediato a essas ações inaceitáveis”.


Elas “representam grandes riscos à segurança e à proteção nuclear durante o conflito”, acrescentou ele.

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