Em momento favorável na guerra, Ucrânia pede à Otan mísseis para se defender da Rússia
Já o porta-voz do Kremlin afirma que Moscou ficará observando bem de perto a cúpula da aliança na Turquia; entenda
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
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Durante o encontro diplomático na Turquia, o presidente Volodymyr Zelensky solicitou que a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) intensificasse seu apoio às defesas aéreas da Ucrânia. Ele alegou que, apesar de o país, sozinho, conseguir realizar todas as tarefas defensivas, é necessária uma determinação maior das nações parceiras.
Após os recentes ataques russos, que aconteceram nesta segunda-feira (8), a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou que a Ucrânia precisa urgentemente de mais sistemas de defesa aérea.
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Paralelamente a isso, o porta-voz do Kremlin afirmou que a Rússia irá acompanhar de perto a cúpula da Otan, devido às muitas declarações que precederam o evento de natureza “confrontativa”.
Em entrevista ao Conexão Record News, o professor de relações internacionais Vitelio Brustolin explicou que a adesão da Ucrânia à Otan — a razão pela qual a guerra teria começado — não acontecerá nem em curto ou médio prazo. Na verdade, segundo Brustolin, o governo ucraniano, desde 2014, não poderia fazer parte da organização porque os estatutos da Otan proíbem a entrada de países que estejam em guerra.
“Hoje a Ucrânia está atacando a Rússia com uma profundidade que, um ano atrás, seria inimaginável. E aí, para revidar esses ataques, o Putin tem lançado ataques a áreas urbanas da Ucrânia e tem matado pessoas [...]. Putin só respeita a força. O que a Ucrânia está pedindo são mísseis para se defender”, ressaltou o especialista.
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