Embargo a Cuba faz crianças correrem risco de morte por falta de medicamentos contra o câncer
Estados Unidos são os únicos fornecedores de determinados medicamentos
Internacional|Do R7

O embargo norte-americano à ilha de Cuba é de interesse de todos os cidadãos do país caribenho, que há 53 anos não tem relações comerciais com os norte-americanos. No entanto, para as crianças com câncer que residem na terra de Raul Castro, a votação do fim da medida nos EUA nesta terça-feira (27) vai significar maiores chances de sobrevivência, segundo informações da agência AFP.
Por conta do embargo, o governo de Cuba é forçado a adquirir produtos e materiais em mercados distantes, o que encarece seu preço. Em alguns casos, como no dos remédios e de novas tecnologias, os Estados Unidos são os únicos possíveis fornecedores.
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65% dos remédios utilizados na ilha são produzidos em Cuba. Os outros 35%, destinados, em sua maioria, para o tratamento de doenças como o câncer, AIDS, e diabetes, são importados. Com isso, alguns medicamentos são escassos no país, e sua falta prejudica a recuperação dos pacientes.
Em Cuba, país onde a medicina é gratuita para toda a população, estimada em cerca de 11 milhões de habitantes. Cerca de 300 crianças recebem tratamento contra o câncer anualmente nos seis centros especializados existentes na ilha.
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