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Equipe de resgate encontra restos mortais nos destroços do Costa Concordia

Naufrágio em janeiro de 2012 deixou 32 mortos, mas dois corpos ainda estão desaparecidos

Internacional|Do R7

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Equipe de resgate participa de operação de busca pelos restos mortais no Costa Concordia
Equipe de resgate participa de operação de busca pelos restos mortais no Costa Concordia

Uma equipe de mergulhadores encontrou nesta quinta-feira (26) possíveis ossos humanos próximo ao local do naufrágio do cruzeiro Costa Concordia, que afundou em janeiro de 2012 em frente à ilha italiana de Giglio.

O acidente causou a morte de 32 pessoas, mas dois corpos ainda não foram encontrados. A expectativa é de que a operação de rotação no Concordia, realizada na semana, possa facilitar as buscas.


Fontes da Defesa Civil italiana informaram que será necessário esperar a realização de exames de DNA para saber se os restos mortais em questão, localizados pelos mergulhadores da Guarda Litorânea, pertencem às duas pessoas que ainda estão desaparecidas

As ossadas foram encontradas na denominada "área 3 do centro do navio", ou seja, próximo ao lugar no qual se suspeitava que os corpos dos dois desaparecidos poderiam estar.


Imagens: megaoperação coloca o Costa Concordia na vertical

Após essa descoberta, as autoridades informaram imediatamente os familiares dos desaparecidos e a Promotoria de Grosseto, Província que engloba a comuna de Isola del Giglio, enquanto os restos mortais deverão ser retirados da água ainda hoje.


"Somente os testes de DNA, que requerem alguns dias, poderão nos dar a segurança de que se trata das pessoas que estamos buscando", declarou o chefe da Defesa Civil italiana, Franco Gabrielli, aos jornalistas concentrados no local.

— Trata-se de partes que têm que ser recompostas. Desde a posição na qual se encontraram, os restos poderiam pertencer às duas vítimas, mas devemos estudá-los a fundo e, somente com [exames] o DNA, teremos esta resposta com segurança.


A busca dos restos dos dois desaparecidos foi retomada após a inédita operação de verticalização do cruzeiro, que estava encalhado junto à pequena ilha italiana desde a noite do dia 13 de janeiro de 2012.

Na sequência, uma vez localizados os corpos dos dois desaparecidos, o navio deverá ser levado a porto para ser transformado em sucata.

Nesta semana, em paralelo aos esforços em torno da busca dos dois desaparecidos, o julgamento do capitão do Costa Concordia também foi retomado.

O italiano Francesco Schettino pode ser condenado a até 20 anos de prisão sob as acusações de homicídio culposo múltiplo, abandono de embarcação, naufrágio e, inclusive, por não ter informado às autoridades portuárias sobre a colisão do navio logo após o fato.

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