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Escalada nuclear entre EUA e China ‘é uma possibilidade que existe’, afirma professor

Alerta foi feito por relatório divulgado pelo Instituto Internacional de Estudos Estratégicos

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Relatório do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos alerta para possível nova corrida armamentista nuclear entre China e EUA devido a Taiwan.
  • Paulo Velasco, da UERJ, interpreta o comunicado como uma previsão pessimista, mas não descarta tensões futuras.
  • China vê Taiwan como província rebelde, enquanto EUA a consideram um país, aumentando potencial de conflito.
  • China fortalece suas capacidades nucleares e bélicas em preparação para possíveis cenários de guerra.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Um relatório divulgado nesta quinta-feira (28) pelo Instituto Internacional de Estudos Estratégicos alerta que o mundo pode estar à beira de uma nova corrida armamentista nuclear. O motivo seria um possível conflito entre China e Estados Unidos sobre Taiwan. O estudo é publicado pouco antes do maior encontro de autodefesa da Ásia, o Diálogo de Shangri-La.

Paulo Velasco, professor de política internacional da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), analisou o comunicado e entendeu que ele representa uma previsão mais pessimista do futuro. Ainda assim, ele não descarta a possibilidade de uma escalada nas tensões.


“Não acho que seja uma perspectiva a curtíssimo prazo, mas é uma possibilidade que existe, [...] talvez não para agora, não para amanhã, mas que Taiwan é um fator de desencontro entre Washington e Pequim, isso é desde sempre”, afirmou. Ambas as potências possuem opiniões divergentes.

A China enxerga o território como uma província rebelde, enquanto os EUA o identificam como um país. As discussões poderiam aumentar e misturar-se com outras disputas no âmbito tecnológico, de recursos estratégicos e até da inteligência artificial. Por conta disso, o país asiático se prepara para um cenário de guerra, conclui Velasco: “A China vem fortalecendo a própria capacidade nuclear e bélica”.

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