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Espanha terá a maioria das vice-presidências ocupadas por mulheres

Esta será a primeira vez que o governo espanhol terá quatro vice-presidências e também a primeira vez que três mulheres ocuparão este cargo

Internacional|Da EFE

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O governo também confirmou nesta quinta-feira (9) os nomes dos ministros do Unidas Podemos
O governo também confirmou nesta quinta-feira (9) os nomes dos ministros do Unidas Podemos

O próximo governo de coalizão da Espanha terá quatro vice-presidências, três delas ocupadas por mulheres, sendo uma dedicada à Transição Ecológica, decisão com a qual o novo gabinete confirma o compromisso contra a crise climática.

Teresa Ribera, até então responsável pelo ministério de mesmo nome, estará à frente dessa vice-presidência e também ficará encarregada de colocar em prática as medidas para combater o despovoamento que afeta mais da metade do território espanhol.


Os progressos e os vazamentos já tinham deixado claro que o governo que o socialista Pedro Sánchez anunciará na próxima semana teria quatro vice-presidências.

Já era sabido que Carmen Calvo, a atual vice-presidente, manteria o cargo para assuntos políticos, enquanto Nadia Calviño ocuparia outra posição semelhante, focada no controle das políticas econômicas do governo, incluindo a transição para a economia digital.


Pablo Iglesias, líder da coligação esquerdista Unidas Podemos, parceiro da coalizão governamental liderada por Sánchez, terá a vice-presidência de Direitos Sociais e a Agenda 2030, que busca implementar os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU (Organização das Nações Unidas).

Esta será a primeira vez que a Espanha terá quatro vice-presidências e também a primeira vez que três mulheres ocuparão este cargo.


O governo também confirmou nesta quinta-feira (9) os nomes dos ministros do Unidas Podemos, embora já tivessem sido previamente divulgados por essa formação.

A porta-voz no Congresso, Irene Montero, casada e mãe dos três filhos de Iglesias, será a nova ministra da Igualdade, enquanto Yolanda Díaz chefiará o Ministério do Trabalho.


O comunista Alberto Garzón, líder da Esquerda Unida, integrada ao Unidas Podemos, comandará o recém-criado Ministério do Consumo, que também terá jurisdição sobre os jogos de azar. Já o renomado sociólogo Manuel Castells será o encarregado do novo Ministério das Universidades.

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O resto dos nomes que farão parte do novo governo deve ser oficialmente anunciado por Sánchez na semana que vem.

Durante a campanha eleitoral, o Partido Socialista anunciou que outros ministros do último mandato, como José Luis Ábalos (Desenvolvimento), Fernando Grande-Marlaska (Interior), María Jesús Montero (Fazenda) e Margarita Robles (Defesa) permaneceriam nos cargos.

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