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Estudante de Harvard forjou ameaça de bomba no campus da universidade para fugir dos exames finais

Eldo Kim, de 20 anos, poderá pegar cinco anos de prisão pelo suposto atentado

Internacional|Do R7

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De acordo com a polícia, o estudante Eldo Kim, de 20 anos, queria cancelar as provas finais da universidade
De acordo com a polícia, o estudante Eldo Kim, de 20 anos, queria cancelar as provas finais da universidade

O estudante Eldo Kim, de 20 anos, teria sido o responsável pela evacuação da Universidade de Harvard, em Boston, nos EUA, na última segunda-feira (16), pois queria evitar os exames finais do curso, alegam as autoridades que estão investigando o caso.

O jovem teria utilizado um programa de internet para enviar e-mails anononimos para as forças de segurança da instituição e para o jornal do campus.


De acordo com o FBI, o estudante confessou ter sido responsável pelas ameaças de bomba. Ele é estudante de psicologia e deve se formar em 2016.

FBI identifica estudante como autor das falsas bombas em Harvard


Polícia não encontra explosivos em Harvard

Kim compareceu nesta quarta-feira (18) à justiça americana, mas poderá ser liberado após pagar R$ 235 mil (100 mil dólares) de fiança. Ele corre o risco de pegar uma pena de cinco anos pelas ameaças feitas contra o campus de Harvard.


O estudante também está proibido de entrar novamente no campus até que a justiça federal e as autoridades de Harvard autorizem. 

Kim é de origem sul-coreana, mas abdidicou da nacionalidade desde a quinta série. 


As autoridades da universidade afirmaram que a maior parte dos exames adiados pela suposta bomba serão remarcados para outras datas.

Atentado

A Universidade de Harvard evacuou na última segunda-feira (16) quatro prédios de seu campus e precisou suspender uma série de exames finais devido a suposta ameaça de explosivos.

A ameaça levou medo e causou transtornos em uma das instituições de ensino mais conhecidas do mundo, situada em Cambridge (Massachusetts, nordeste dos Estados Unidos).

A polícia recebeu "informações não confirmadas de explosivos em quatro locais do campus: Centro de Ciências, prédios Thayer, Sever e Emerson", alertaram as autoridades de Harvard pouco depois das 9h (local).

"Por favor, abandonem estes prédios agora", indicou a mensagem publicada no site da Universidade.

As polícias de Harvard e de Cambridge (situada em frente à cidade de Boston), acompanhadas depois de forças estatais e federais, se dirigiram aos locais em questão e depois de mais de duas horas de buscas não encontraram nada.

Em dois dos quatro prédios (Thayer e Emerson) a ordem de evacuação foi suspensa ao meio-dia. Os outros dois prédios foram reabertos durante a tarde.

"Estou aliviada de informar que não encontraram artefatos suspeitos", comentou a vice-presidente da universidade, Katie Lapp, precisando que a polícia "continua investigando este incidente para determinar quem é o responsável".

Segundo Lapp, a ameaça de explosivos chegou "à polícia de Harvard e a vários membros da comunidade" através de um e-mail.

Três dos locais eram "prédios acadêmicos" onde se realizavam exames finais que precisaram ser cancelados, segundo Sam Weinstock, do jornal estudantil The Harvard Crimson, em declarações à rede CNN.

"Os alunos foram retirados desses exames e levados para o refeitório dos calouros, onde foram informados que os exames seriam cancelados", explicou.

Harvard, uma das mais prestigiadas universidade do mundo, foi fundada em 1636 e conta com 21.000 alunos. Entre os líderes que passaram por suas salas encontra-se o atual presidente americano, Barack Obama, que estudou Direito no local.

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