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EUA aprovam sanções contra do Tribunal Penal Internacional

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, autorizou sanções contra os funcionários da Corte que investigam tropas americanas

Internacional|Da EFE

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Trump criticou a legitimidade e autoridade do Tribunal Penal Internacional
Trump criticou a legitimidade e autoridade do Tribunal Penal Internacional

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, autorizou nesta quinta-feira (11) sanções contra funcionários do Tribunal Penal Internacional que investigam tropas americanas, um novo sinal de repúdio à corte.

"As ações do Tribunal Penal Internacional são um ataque aos direitos dos americanos e ameaçam a nossa soberania nacional. O presidente autorizou sanções econômicas contra funcionários da corte diretamente envolvidos em um esforço para investigar americanos sem consentimento dos EUA", declarou a Casa Branca em comunicado.


Entre estas medidas estão o bloqueio de propriedades das pessoas envolvidas sob jurisdição americana. A Casa Branca revelou ter "fortes razões para acreditar que há corrupção e má conduta nos mais altos níveis do Gabinete do Procurador, cargo ocupado pela procuradora Fatou Bensouda.

"Apesar dos repetidos pedidos dos EUA e de seus aliados por uma reforma, a corte não tomou nenhuma ação para ser reformada e continuou mantendo investigações com motivações políticas contra nós e nossos aliados, inclusive Israel", informou a presidência.


Em discurso na ONU (Organização das Nações Unidas) em 2018, Trump criticou a "legitimidade e autoridade" do Tribunal Penal Internacional por considerar que a corte vulnera a soberania do país e passa dos limites em suas decisões.

Os Estados Unidos nunca foram membros do Tribunal Penal Internacional. A corte, cuja fundação foi aprovada em 1998, tem sede em Haia, na Holanda.

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