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EUA aprovam venda de 100 mísseis antiaéreos ao Brasil em negócio de US$ 330 milhões

Departamento de Estado dos EUA aprovou possível venda de mísseis do modelo Stinger FIM-92K

Agência Estado

Internacional|Do R7, com Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Departamento de Estado dos EUA aprovou a venda de 100 mísseis Stinger FIM-92K ao Brasil, totalizando US$ 330 milhões.
  • A transação visa fortalecer a segurança territorial do Brasil e suas operações contra o narcoterrorismo.
  • Os mísseis devem melhorar a capacidade de defesa aérea do Brasil diante de ameaças atuais e futuras.
  • A aquisição apoia a modernização da defesa brasileira, sem previsão de acordos de compensação dos EUA.

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Mísseis poderão ser usados pelas Forças Armadas do Brasil
Mísseis poderão ser usados pelas Forças Armadas do Brasil Edvaldo da Silva/CCOMSEx

O Departamento de Estado dos EUA informou na última quinta-feira (11) ter aprovado uma possível venda de mísseis do modelo Stinger FIM-92K e equipamentos relacionados ao governo brasileiro. O custo total da transação, segundo o órgão, é estimado em US$ 330 milhões.

Os Stinger FIM-92K são uma versão modernizada do míssil antiaéreo portátil Stinger. Ele foi desenvolvido para destruir aeronaves que voam em baixa altitude, como helicópteros, aviões de ataque e alguns tipos de drones.


Esse tipo de míssil pode ser transportado e operado por um único militar. Após o disparo, o operador não precisa continuar guiando o míssil, visto que ele é do tipo fire-and-forget (“atire e esqueça”), acompanhando automaticamente o alvo.

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“O governo do Brasil solicitou a compra de 100 mísseis Stinger Block I FIM-92K e itens de equipamentos de defesa não principais também serão incluídos. A venda permitirá que o Brasil assuma maior responsabilidade por sua própria segurança territorial e operações de combate ao narcoterrorismo dentro de suas fronteiras e esfera regional”, afirma o governo americano, em nota.


Ainda segundo o Departamento de Estado americano, os insumos de defesa devem melhorar a capacidade do Brasil de enfrentar ameaças atuais e futuras e, assim, aprimorar sua capacidade de defesa aérea.

“Esta aquisição apoia os esforços de modernização da defesa do Brasil, visando fazer mais pela sua própria defesa ao proteger o espaço aéreo sul-americano de operações de tráfico ilícito. O Brasil não terá dificuldade em absorver esses artigos e serviços em suas forças armadas”, continua a área, reforçando ainda que, neste momento, o governo dos EUA não reconhece qualquer acordo de compensação proposto relacionado.


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