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EUA consideram o Irã a maior ameaça nuclear para o mundo

A Coreia do Norte vem em segundo lugar nas preocupações americanas

Internacional|Do R7

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"Continuamos acreditando que o maior desafio para a não proliferação [nuclear] são as atividades contínuas do Irã", disse o secretário adjunto de Segurança Internacional e não proliferação dos Estados Unidos
"Continuamos acreditando que o maior desafio para a não proliferação [nuclear] são as atividades contínuas do Irã", disse o secretário adjunto de Segurança Internacional e não proliferação dos Estados Unidos

Os Estados Unidos consideram que o Irã é a principal ameaça nuclear para o mundo, correspondendo o segundo posto à Coreia do Norte, pelo que defendem que a comunidade internacional some esforços para evitar que esses países sigam desenvolvendo seus programas atômicos.

"Continuamos acreditando que o maior desafio para a não proliferação [nuclear] são as atividades contínuas do Irã", disse nesta sexta-feira (3), em entrevista coletiva, Thomas M. Countryman, secretário adjunto de Segurança Internacional e não proliferação dos Estados Unidos.


"A Coreia do Norte também é uma enorme ameaça. Se me pedirem que as ordene hierarquicamente, a maior ameaça é o Irã, e a segunda, a Coreia", acrescentou o funcionário americano.

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Durante duas semanas, Countryman participou em Genebra do encontro anual preparatório da conferência quinquenal dos países-membros do Tratado de Não Proliferação Nuclear, que foi encerrado sem nenhum avanço significativo.

"Existem sanções que proíbem a importação de mísseis nucleares e outros materiais de alta tecnologia de Irã e Coreia do Norte. As sanções também proíbem as exportações de qualquer forma de material militar de Irã e Coreia do Norte a outros países", explicou.


— Apesar disso, o Irã continua sendo a principal fonte das balas que diariamente matam civis sírio. [...] Os dois países têm canais que lhes permitem seguir exportando e importando os itens de que necessitam para sua indústria militar, mas há uma determinação da comunidade internacional para reforçar as sanções e prevenir essa ameaça.

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