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EUA dizem que exercícios militares com Coreia do Sul são inegociáveis e aumentam a tensão na região

A China pediu recentemente que os dois países abandonem os exercícios 

Internacional|Do R7

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Chineses e norte-coreanos criticaram exercícios militares dos EUA na vizinhança
Chineses e norte-coreanos criticaram exercícios militares dos EUA na vizinhança

Os Estados Unidos e a Coreia do Sul continuarão a conduzir exercícios militares na próxima semana, disse uma importante autoridade militar norte-americana nesta quinta-feira (17), resistindo à pressão da Coreia do Norte e da sua aliada China pelo fim das controversas atividades.

O progresso rápido da Coreia do Norte no desenvolvimento de armas nucleares e mísseis capazes de atingir o território dos Estados Unidos abasteceu as tensões entre os dois países nos últimos meses.


Pyongyang ameaçou na última semana lançar mísseis contra o território norte-americano de Guam, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, advertiu em seguida que a Coreia do Norte enfrentaria "fogo e fúria" caso ameaçasse os EUA.

Exercícios militares anuais envolvendo dezenas de milhares de soldados norte-americanos e sul-coreanos estão planejados para começar na segunda-feira (21). A China, principal aliada e parceira comercial da Coreia do Norte, pediu que os Estados Unidos e a Coreia do Sul abandonem os exercícios em troca de uma redução do programa de armas norte-coreano.


Joseph Dunford, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas dos EUA, disse que os exercícios "não estão atualmente na mesa como parte da negociação em nenhum nível".

"Meu conselho para a nossa liderança é não reduzir nossos exercícios. Os exercícios são muito importantes para manter a habilidade da aliança de se proteger", disse Dunford a repórteres em Pequim, após encontrar com seus equivalentes chineses.

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