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EUA reforçam ofensiva e deslocam outro porta-aviões para guerra no Irã; veja modelo

USS Gerald R.Ford foi retirado do conflito após incêndio que provocou diversas avarias

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Os EUA deslocaram o porta-aviões USS George H.W. Bush para o Oriente Médio em meio à guerra no Irã.
  • O USS Gerald R. Ford, o maior porta-aviões do mundo, foi afastado devido a problemas técnicos após um incêndio.
  • O USS George H.W. Bush possui 333 metros, pode transportar cerca de 90 aeronaves e apresenta várias melhorias de engenharia.
  • A Marinha dos EUA investiga os problemas enfrentados pelo USS Ford, incluindo incidentes de incêndio e falhas no sistema de sanitários.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

USS George H.W.Bush deve chegar ao Oriente Médio nos próximos dias Reprodução/Comandante da Força Aérea Naval do Atlântico

Os Estados Unidos deslocaram outro porta-aviões para a guerra no Irã. A decisão ocorre após o USS Gerald R.Ford, considerado o maior do mundo, ser retirado do conflito após um incêndio que provocou diversas avarias.

O USS George H.W.Bush foi escolhido para reforçar a posição americana no conflito. A embarcação homenageia o ex-presidente George H. W. Bush, que governou entre 1989 e 1993, período marcado, entre outros eventos, pela Guerra do Golfo. A chegada ao Oriente Médio é esperada para os próximos dias.


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A construção do USS George H.W.Bush teve início em 2003, sendo concluída em 2009. O custo na época foi estimado em US$ 6,2 bilhões.

Com 333 metros de comprimento e mais de 100 mil toneladas, o porta-aviões é movido por dois reatores nucleares e pode transportar cerca de 90 aeronaves, entre caças e helicópteros.


Além disso, a embarcação reúne uma série de melhorias de engenharia, como proa bulbosa para aumentar a eficiência do casco, bordas curvas no convés de voo que reduzem a detecção por radar e revestimentos mais leves, que diminuem o peso total da embarcação. Também conta com hangar otimizado, nova hélice e pintura com menor absorção de calor.

Outro destaque é a ilha modernizada (estrutura de comando do navio), que tem sistemas atualizados de navegação e comunicação, além de janelas blindadas. Menor e reposicionada mais para trás, a estrutura melhora o fluxo no convés e reduz interferências eletrônicas.


USS Gerald. Ford seguiu para manutenção

Problemas internos tiraram de operação o maior porta-aviões dos Estados Unidos, o USS Ford, em meio à guerra com o Irã.

O navio, com 337 metros de comprimento e avaliado em US$ 13 bilhões, se afastou do Mar Vermelho e foi direcionado para a ilha de Creta, onde permanece atracado para reparos.


A embarcação havia sido enviada recentemente para reforçar operações militares no Oriente Médio, mas acabou sendo retirada após a sequência de falhas. Um dos episódios mais graves foi um incêndio registrado na área da lavanderia.

Segundo o jornal New York Post, o fogo atingiu espaços próximos aos alojamentos e a fumaça fez com que os marinheiros dormissem no chão por dias. Eles também precisaram transferir roupa suja por helicópteros para outros navios.

Outro problema recorrente envolve os banheiros da embarcação, que vinham entupindo e apresentando falhas nas descargas. Além disso, o sistema dos sanitários, considerado moderno e com proposta sustentável, exige manutenção constante e já gerou altos custos.

As falhas levantaram críticas de especialistas e autoridades, que questionaram a eficiência de sistemas considerados inovadores. Uma investigação foi aberta para apurar as causas do incêndio e os possíveis danos.

A Marinha dos Estados Unidos informou que o porta-aviões passará por avaliações, reparos e reabastecimento, mas não detalhou quanto tempo o processo deve demorar.

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