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EUA vão impor bloqueio marítimo ao Irã a partir desta terça-feira (14)

Segundo a Marinha americana, a área afetada pela operação inclui toda a costa iraniana e abrange portos e terminais de petróleo

Internacional|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Os EUA anunciaram um bloqueio naval ao Irã, abrangendo toda a costa iraniana, portos e terminais de petróleo.
  • A operação afetará regiões estratégicas como o golfo de Omã, mar Arábico e estreito de Ormuz.
  • Navios neutros poderão ser inspecionados e devem deixar a área antes do início do bloqueio.
  • Remessas humanitárias serão permitidas após inspeção prévia.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Embarcações no Estreito de Ormuz , vistas de Musandam, Omã
Embarcações no Estreito de Ormuz , vistas de Musandam, Omã Stringer/Reuters - 13.07.2026

O Centro Conjunto de Informações Marítimas dos EUA (JMIC, na sigla em inglês) anunciou formalmente nesta segunda-feira (13) um bloqueio naval a todos os portos e áreas costeiras do Irã, em uma medida que começará a ser aplicada a partir de amanhã às 17h (de Brasília). A decisão foi tomada após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar a imposição do bloqueio.

Segundo o JMIC, a área afetada pela operação inclui toda a costa iraniana, abrangendo portos e terminais de petróleo, e terá impacto sobre regiões estratégicas do golfo de Omã, do mar Arábico e do estreito de Ormuz. Embora o comunicado afirme que a passagem de embarcações neutras pelo estreito de Ormuz com destino a países que não sejam o Irã continuará permitida, esses navios poderão ser abordados e inspecionados para verificar se transportam cargas proibidas ou se pretendem violar o bloqueio.


O JMIC também determinou que todas as embarcações neutras deixem a área sujeita ao bloqueio até o início da operação. Após o início da operação, qualquer navio suspeito de entrar ou sair da área bloqueada sem autorização poderá ser interceptado, desviado de rota e apreendido. O comunicado acrescenta que embarcações que não cumprirem as determinações poderão ser obrigadas a obedecer por meio do uso da força.

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Ainda de acordo com o órgão, remessas humanitárias, como alimentos, medicamentos e outros bens essenciais para a população civil, continuarão autorizadas, desde que passem por inspeção prévia.

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