Europa se rearma em meio ao temor de guerra aberta contra a Rússia e compromete gastos sociais
Países ainda preveem que os EUA podem se abster no caso de um eventual conflito; veja análise
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
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Entre 2024 e 2030, a França havia projetado investir 413 bilhões de euros em gastos militares. Com a era de conflitos enfrentada pela humanidade, uma proposta que sugere aumentar em 36 bilhões de euros o projeto tem adquirido força. Em um cenário tenso, o chefe de Estado-Maior do país afirmou que a possibilidade de uma guerra aberta contra a Rússia é uma “grande preocupação” para a França.
“O risco maior que a União Europeia coloca é um conflito aberto com a Rússia, possivelmente até 2037. Se isso ocorrer, os países europeus não só têm que estar rearmados com tecnologia de ponta, mas, principalmente, precisam ter uma integração entre os exércitos, marinhas e aeronáuticas”, avaliou o economista e doutor em relações internacionais Igor Lucena sobre o cenário levantado.
Ele destacou, durante o Conexão Record News desta quinta-feira (9), o rearmamento pelo qual a Europa passa e indica que o distanciamento militar dos Estados Unidos contribui para tal postura. “Caso haja um conflito com a Rússia, os EUA podem se abster. [...] A gente só espera que esse conflito não se torne uma realidade”.
Lucena ainda chama atenção para o fato de que o custo causado pelos gastos militares subtrai os gastos sociais: “Então os europeus vão ter que talvez trabalhar mais, se aposentar mais tarde e ter menos benefícios em troca de um aumento da própria segurança. Desde 1945, eles imaginavam que não iria se repetir algo desse tipo”.
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