Exército dos EUA desenvolve exoesqueleto para soldados feridos; veja como funciona
Equipamento permite que o militar machucado se desloque sem depender de equipes de resgate
Internacional|Do R7
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Os Estados Unidos estão testando um exoesqueleto portátil criado para dar suporte a soldados que sofrem lesões durante operações militares. O objetivo é permitir que o militar consiga se deslocar sem depender de equipes de resgate.
Segundo o Business Insider, o equipamento de guerra foi desenvolvido para auxiliar em casos de fraturas, rompimentos de ligamentos, torções graves e outras lesões nas pernas.
Leia Mais
O sistema ajuda a sustentar parte do peso do corpo e reduz o impacto sobre a área ferida, aliviando a dor e diminuindo o risco de agravamento da lesão durante o deslocamento. Além de poder caminhar, o exoesqueleto permite que o militar deite no chão e fique em pé sozinho.
O aparelho é formado por um conjunto que se fixa ao quadril e ao ombro do usuário, enquanto outra parte envolve a perna e o pé lesionados. Quando instalado, funciona como uma estrutura de apoio para estabilizar o indivíduo machucado.
Outro diferencial é a portabilidade. O equipamento pode ser dobrado e transportado por soldados, equipes médicas e até drones. Em um dos testes recentes, o exoesqueleto foi submetido a uma queda de 120 metros realizada por um drone de carga para avaliar a resistência.
“O sistema IBEX inclui uma estrutura lateral telescópica, um arnês para sustentar o quadril, um colete para a coxa, uma articulação para o joelho, uma tala para fraturas ao redor da parte inferior da perna e uma bota ortopédica com sola curva. Todo o sistema se dobra e é enrolado no colete para a coxa, resultando em um pacote de tamanho comparável ao de uma garrafa de água de 1 litro — aproximadamente 15 cm de largura, 18 cm de profundidade e 38 cm de comprimento”, diz um texto do site do Comando de Pesquisa e Desenvolvimento Médico do Exército dos EUA.

De acordo com as forças norte-americanas, a tecnologia foi pensada especialmente para operações em regiões remotas e de difícil acesso, onde fatores como distância, condições climáticas e terreno podem atrasar a chegada de ajuda.
A ideia é evitar que lesões inicialmente controláveis se tornem problemas mais graves por causa da demora no resgate.
Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp













