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Exército sírio nega ter utilizado armas químicas na periferia de Damasco

Internacional|Do R7

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Damasco, 21 ago (EFE).- O comando geral do exército da Síria disse nesta quarta-feira que as acusações sobre o uso de armas químicas na periferia de Damasco são "categoricamente falsas" e fruto da propaganda da oposição. "Todas as alegações sobre o uso de armas químicas são apenas uma tentativa desesperada de encobrir sua derrota no terreno e refletem seu estado de histeria e fracasso", afirmou as forças armadas em comunicado divulgado por meio da televisão estatal. Segundo denunciou a opositora Coalizão Nacional Síria (CNFROS), pelo menos 1.100 pessoas morreram hoje em um suposto ataque com armas químicas em vários distritos da periferia de Damasco controlados pelos rebeldes. No entanto, o exército sírio afirmou que as acusações fazem parte da "guerra suja midiática" e que "completará sua missão nacional de enfrentar o terrorismo para proteger o país e o povo". O comando geral do exército pediu que os rebeldes se entreguem às autoridades "antes que seja tarde demais". O Ministério das Relações Exteriores também reagiu às acusações e por meio de um comunicado afirmou que "o acordo de cooperação entre a Síria e a equipe de investigação da ONU parece que não satisfez os terroristas e os países que os apoiam". O ministério disse que as acusações são "falsas e vazias" e que o governo "sempre declarou que não usará armas de destruição em massa, se elas existissem, contra seu povo". "Estas mentiras eram previsíveis. Tentam distrair a equipe da ONU do cumprimento de sua missão", reclamou. A missão da ONU entrou em 18 de agosto na Síria, após ter atrasado várias vezes sua visita por problemas logísticos, com o objetivo de investigar três possíveis casos de uso de armas químicas. EFE gb-er/dk

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