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Família de jornalista desaparecido ainda espera encontrá-lo com vida

James Foley, sumido há seis meses, estaria detido pelo serviço de inteligência sírio

Internacional|Do R7

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Foley trabalhou na AFP e em outros veículos
internacionais
Foley trabalhou na AFP e em outros veículos internacionais Steven Senne/AP

O jornalista americano James Foley, desaparecido há seis meses na Síria, estaria detido por agentes dos serviços de inteligência sírios em um centro perto de Damasco, declarou nesta sexta-feira (3) um porta-voz de sua família em Boston.

O repórter independente de 39 anos, que realizou trabalhos para o GlobalPost, para a AFP e para outros meios de comunicação internacionais, desapareceu no noroeste da Síria no dia 22 de novembro de 2012, e não voltou a dar sinais de vida desde então.


"Acreditamos que Jim provavelmente foi detido por um grupo de milicianos pró-regime, conhecido sob o nome de Shabiha, e que depois foi entregue às forças governamentais sírias", afirmou em uma cerimônia o presidente e cofundador do meio de comunicação on-line GlobalPost, Phil Balboni, que também atua como porta-voz da família Foley.

"Estas novas informações sobre James Foley confirmam nossa esperança de vê-lo recuperar a liberdade o mais rápido possível. Já é hora de que James seja devolvido a sua família e aos seus entes queridos", declarou o presidente da AFP, Emmanuel Hoog.


Segundo Balboni, o centro onde James Foley estaria detido se localiza perto da capital Damasco em uma zona cujos arredores são controlados pelo governo sírio.

James Foley, um jornalista experiente que trabalhou em diversas zonas de conflito, teria sido detido no dia 22 de novembro por homens armados na província de Idlib, no norte do país, segundo testemunhas, e não voltou a ser visto.


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