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Governo argentino diz sofrer ameaças de greve por causa das eleições parlamentares

Presidente Macri ainda não conseguiu cumprir promessa de retomar economia

Internacional|Do R7, com Reuters

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Milhares de trabalhadores realizaram um piquete em 7 de março
Milhares de trabalhadores realizaram um piquete em 7 de março

Sindicatos argentinos parecem querer pressionar o governo ao realizarem passeatas e ameaçarem greves antes das eleições parlamentares de outubro no país, disse o ministro do Interior, Rogelio Frigerio, nesta segunda-feira (14).

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, assumiu o poder há 15 meses prometendo reconquistar a confiança dos investidores e estimular a economia, entretanto, até o momento o atual governo não conseguiu retormar a economia do país. Até a semana passada, os sindicatos sinalizavam paciência em relação ao programa para cortar custos trabalhistas, taxas de juros e déficit fiscal.


Milhares de trabalhadores realizaram um piquete em 7 de março para protestar contra cortes de empregos e salários que não acompanham a inflação, que ficou em cerca de 40% em 2016. Importantes sindicatos ameaçam com greve.

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"É possível suspeitar que isso é ligado ao fato de que este é um ano eleitoral”, disse Frigerio aos jornalistas. 

"Nós tivemos um primeiro ano muito duro na elaboração das políticas e sentimos que tivemos o apoio das grandes organizações sindicais”, acrescentou.

“Você tem que se perguntar por que eles estavam conosco durante os meses mais duros e agora eles estão ameaçando com greves e passeatas.”

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