Governo norte-americano investigou secretamente por dois meses jornalistas de agência de notícias
A AP(Associated Press) acredita que pelo menos cem jornalistas foram grampeados pelo governo
Internacional|Do R7
A agência de notícias norte-americana AP (Associated Press) recebeu na última sexta-feira (10) uma carta do Departamento de Justiça do país reconhecendo oficialmente que repórteres e editores da empresa foram investigados secretamente por dois meses.
De acordo com a própria agência, o documento não explicou os motivos das investigações que envolveram o monitoramento continuo de ligações telefônicas e que podem ter atingido mais de cem profissionais de imprensa.
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Nesta segunda-feira (13), o presidente da AP Gary Pruitt escreveu uma carta de protesto ao procurador-geral dos EUA, Eric Holder, cobrando explicações para as ações do governo. Pruitt afirmou que o caso foi uma "intrusão maciça e sem precedentes", ele pediu ainda o retorno de registros telefônicos obtidos, bem como a destruição de todas as cópias.
O executivo da agência afirmou que vários temas envolvendo o governo norte-americano foram violados e que fontes confidenciais podem ter sido reveladas.
—Esses registros revelam comunicações com fontes confidenciais em todas as atividades de coleta de dados realizadas pela AP, durante um período de dois meses,(...) e podem divulgar informações sobre as atividades e operações da AP das quais o governo não tem direito de saber.
A agência de notícias RT alegou que para tais atividades investigativas do Departamento de Justiça norte-americano devem ser aprovados pelo procurador-geral do país.
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