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Guiana segue buscando helicóptero militar que sumiu perto da fronteira com a Venezuela

Veículo aéreo com sete soldados a bordo foi declarado desaparecido nesta quinta-feira (7) e ainda não foi encontrado

Internacional|Do R7

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Helicóptero está desaparecido desde quarta-feira (6)
Helicóptero está desaparecido desde quarta-feira (6)

As Forças de Defesa da Guiana retomaram nesta quinta-feira (7) as buscas por um helicóptero militar, com sete pessoas a bordo, do qual se perdeu o rastro ontem, a cerca de 50 quilômetros da fronteira com a Venezuela.

As tarefas de busca e salvamento do Bell 412, que cumpria uma missão de visita a tropas localizadas na fronteira ocidental do país, tiveram de ser suspensas ontem devido ao mau tempo.


O capitão Gerald Gouveia, conselheiro de segurança nacional do presidente guianense, Irfaan Ali, confirmou na sua página no Facebook que foram mobilizados todos os esforços para localizar o aparelho e a sua tripulação.

"Sabemos exatamente onde estão", disse Gouveia, sem dar mais detalhes, e manifestou sua esperança de que as condições atmosféricas permitam maior visibilidade hoje.


Segundo as autoridades, o helicóptero partiu da Base de Ayanganna, no oeste da Guiana, às 9h23 (hora local, 10h23 de Brasília) desta quarta (6), com três tripulantes e quatro passageiros.

Porém, às 11h20 (12h20), o aparelho enviou um alerta de emergência na área de Arau, no oeste da Guiana.


O chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa, Omar Khan, explicou em coletiva de imprensa ontem à noite na Base de Ayanganna que o helicóptero aterrissou em Olive Creek para reabastecer, mas, após a decolagem, a comunicação foi perdida.

O oficial informou que o alerta de emergência supostamente mostra que o helicóptero se chocou com algo, caiu ou pode ter sido alterado manualmente por um tripulante.


Depois disso, as forças militares ativaram uma operação de busca e salvamento, que incluiu um avião carregado com oficiais das forças especiais e outro helicóptero.

O desaparecimento do helicóptero coincide com uma escalada de tensão entre a Guiana e a Venezuela devido à disputa territorial que travam pela região de Essequibo.

O presidente da Guiana, Irfaan Ali, garantiu ontem que as Forças de Defesa estão "em alerta máximo" e em contato com os seus homólogos militares de outros países, incluindo o Comando Sul dos Estados Unidos, no contexto da crise com a Venezuela.

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