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Hagel reafirma a chanceler compromisso dos EUA com defesa da Coreia do Sul

Internacional|Do R7

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Washington, 3 abr (EFE).- O secretário de Defesa de EUA, Chuck Hagel, reafirmou nesta quarta-feira ao ministro das Relações Exteriores sul-coreano, Yun Byung-se, o compromisso dos Estados Unidos na proteção de seu país, perante a escalada de ameaças de seu vizinho do Norte. Hagel recebeu nesta manhã, no Pentágono, o novo ministro de Relações Exteriores sul-coreano, que se encontra de visita em Washington, segundo informou o porta-voz do Departamento de Defesa, George Little. O secretário transferiu o compromisso dos Estados Unidos com a Coreia do Sul e afirmou que "é nosso dever manter a vigilância durante este tempo de grande tensão na península coreana", apontou Little. Os dois líderes falaram sobre a importância das recentes sanções do Conselho de Segurança da ONU "desenhadas para limitar o progresso da Coreia do Norte em seu programa nuclear e de mísseis", acrescentou. Apesar de ser prioridade para o Pentágono manter a segurança da Coreia do Sul, Hagel ressaltou que "os esforços diplomáticos são fundamentais para encorajar a Coreia do Norte a seguir o caminho da paz". Em um evento posterior na Universidade Nacional de Defesa, Hagel afirmou que as ameaças da Coreia do Norte representam um perigo "real e claro" para os interesses dos Estados Unidos e aliados como Coreia do Sul e Japão. Em resposta às recentes ameaças da Coreia do Norte, os Estados Unidos enviaram os destróieres "Decatur" e "John McCain" ao Pacífico ocidental. Além disso, no mês passado, o Pentágono anunciou um plano para reforçar os sistemas de defesa antimísseis do litoral oeste dos EUA e estar preparado perante um eventual ataque com mísseis. Em 26 de março, Pyongyang anunciou que tinha posto seus mísseis e unidades de artilharia "em posição de combate" em direção a Coreia do Sul, assim como contra o território continental dos EUA e as bases militares do país americano no Pacífico. O regime de Kim Jong-un aumentou suas ameaças contra a Coreia do Sul e EUA desde que a ONU impôs, em 7 de março, novas sanções por seu último teste nuclear de fevereiro. EFE elv/ff

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