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Hezbollah retoma estratégias que marcaram a origem do movimento para enfrentar Israel

Grupo terrorista recompôs suas lideranças, arrebanhou novos adeptos e passou a adotar táticas de guerrilha, aponta pesquisador

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Hezbollah se prepara para guerra em larga escala contra Israel.
  • Combatentes operam em pequenas unidades e racionam uso de armamentos.
  • População libanesa se opõe ao envolvimento no conflito, mas não tem poder de decisão.
  • Grupo reconstituiu lideranças e recrutou novos adeptos, retomando suas atividades guerilheiras.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Segundo a agência de notícias Reuters, o grupo terrorista Hezbollah tem se preparado para uma guerra em larga escala contra Israel. As informações revelaram que os combatentes operam em pequenas unidades, evitam o uso de dispositivos de comunicação que possam ser interceptados pelo governo israelense e racionam a utilização de foguetes antitanques.

Israel também projetou um futuro diante do embate contra os extremistas e planejou a provável continuação de ofensivas no Líbano.


“O Hezbollah sofre com oposição e a contrariedade de muitos libaneses que não gostariam de ver o seu país envolvido neste conflito [...]. No entanto, isso não é uma opção da população, mas sim uma contingência das forças políticas e militares”, explicou o pesquisador e especialista em relações internacionais Lier Ferreira, em entrevista ao Conexão Record News.

Lier Ferreira ainda enfatizou que o grupo terrorista foi capaz de recompor suas lideranças, agregar e arrebanhar novos adeptos e também retomar suas movimentações, marcando a origem da estratégia guerrilheira, o que está complexificando o conflito.


“O Hezbollah, portanto, não apenas foi capaz de recompor as suas lideranças, de agregar e arrebanhar novos adeptos, como também de retomar estratégias que marcaram a origem do movimento de estratégia guerrilheira. Eles estão contendo mísseis antitanques para poder praticá-los a partir de uma ação direta. É exatamente a comprovação de que eles vão intensificar as ações de guerrilha, as ações baseadas no confronto direto, tópico, estratégico contra forças militares, retornando às suas bases e fazendo com que as diversas células, muitas vezes, não tenham uma conexão orgânica umas em relações às outras, de modo que uma não sabe exatamente quais são os objetivos estratégicos, quais são os cursos de atuação uma das outras”, explicou.

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