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Investigação do assassinato de que Yulia Tymoshenko era acusada é encerrada

Internacional|Do R7

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Kiev, 13 mai (EFE). - A Procuradoria-Geral ucraniana encerrou a investigação do assassinato do deputado e empresário Yevgueni Sherban em 1996 , do qual era acusada a ex-primeira-ministra Yulia Tymoshenko, que está presa desde 2011, informou nesta segunda-feira seu advogado, Sergei Vlásenko. "Tenho aqui uma carta da Procuradoria com a respectiva decisão", disse em entrevista coletiva o advogado da líder opositora ucraniana, que cumpre pena de prisão por abuso de poder e desvio de verbas públicas. Vlásenko analisou que a decisão, tomada em 26 de abril é "um sinal" de que na realidade "não há nenhum caso de Sherban" em alusão a um caráter político da perseguição judicial de Tymoshenko que foi acusada de encomendar um assassinato e poderia ser condenada à prisão perpétua pelo caso. A Procuradoria sustentava que Sherban foi assassinado porque se negou a submeter seus negócios na região oriental de Donbass às regras da corporação estatal Sistemas Energéticos Unidos (SEU) de Tymoshenko. A opositora ucraniana negou seu envolvimento no assassinato de Sherban, acusação que definiu como uma "mentira grosseira" facilmente refutável pela justiça internacional. Em abril de 2012, Ruslan, filho do assassinado, apresentou à Procuradoria evidências escritas do possível envolvimento de Tymoshenko e Lazarenko na morte de seu pai. A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, pediu no final de janeiro em carta ao governo de Kiev a imediata libertação de Tymoshenko, que foi condenada em outubro de 2011 a sete anos de prisão por abuso de poder, embora não reconheça a culpa. EFE bk-vm/tr

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