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Irã pode usar decisão do Congresso dos EUA contra Trump durante negociações, diz professor

Senado norte-americano aprovou resolução que limita novas ações militares contra Teerã sem autorização do Congresso

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Senado dos EUA aprovou resolução limitando ações militares contra o Irã sem autorização do Congresso.
  • Quatro senadores republicanos votaram contra Trump, refletindo a falta de apoio do Congresso para novas ofensivas.
  • Trump afirmou que a resolução dificulta seu trabalho e busca apoio do Congresso para continuar a guerra.
  • A popularidade de Trump caiu para 34% devido ao aumento dos custos e inflação após os impactos da guerra.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O Senado dos Estados Unidos aprovou uma resolução que limita novas ações militares contra o Irã sem autorização do Congresso. O placar foi de 50 a 48, com quatro senadores do partido de Donald Trump votando contra ele.

O Congresso também pede ao governo a retirada de militares norte-americanos da região do conflito. Pelas redes sociais, o presidente Trump reagiu e disse que os senadores tornaram o trabalho dele mais difícil.


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Em entrevista ao Conexão Record News desta quarta-feira (24), Vitelio Brustolin, professor de relações internacionais e pesquisador, ressalta que, para conseguir dar continuidade à guerra, Trump vai precisar de apoio do Congresso. O governo norte-americano pediu ao Pentágono um orçamento maior para investir nos ataques, mas talvez essa liberação não venha da forma desejada.

A aprovação dessa resolução “é uma sinalização de que o Trump não tem apoio do Congresso para novas ofensivas contra o Irã, e o Irã pode usar isso contra o Trump se as negociações não avançarem”, diz Brustolin.


Ainda em meio às negociações, os índices de aprovação de Trump caíram nos Estados Unidos. O índice de popularidade do líder caiu para 34% — o nível mais baixo do segundo mandato do republicano.

Para Brustolin, os dados revelam que a população está reagindo ao aumento dos custos devido à alta na inflação após os impactos da guerra. “Embora os Estados Unidos não comprem combustível daqueles países do Golfo, os Estados Unidos são o maior produtor de petróleo do mundo. O preço é internacional e acaba afetando o mercado interno e sendo transferido para outras áreas, como a alimentação, por exemplo”, aponta.

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