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Malta prende 10 suspeitos por assassinato de jornalista

Daphne Caruana Galizia morreu após bomba explodir em seu carro

Internacional|Ansa

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Memorial da jornalista Daphne Caruana Galizia em Valletta, Malta
Memorial da jornalista Daphne Caruana Galizia em Valletta, Malta

O primeiro-ministro de Malta, Joseph Muscat, anunciou a prisão de 10 pessoas nesta segunda-feira (4) suspeitas de terem participado do assassinato da jornalista Daphne Caruana Galizia no dia 16 de outubro.

Através de sua conta no Twitter, Muscat informou que além dos oito detidos logo no início da manhã, outras duas pessoas foram presas horas depois. "As autoridades têm todas as áreas de interesse sob controle desde o início da manhã e as buscas ainda estão sendo realizadas", escreveu o premier.


"Vamos fazer de tudo para resolver este caso. Eu estou empenhado mais do que nunca nisso", afirmou ainda.

Galizia, 53 anos, foi morta quatro meses após as eleições no país, que haviam sido convocadas após uma série de denúncias de corrupção contra o então governo. A jornalista e blogueira desempenhou um papel importante na revelação dessas denúncias, que envolvem aliados do atual premier, e sofreu ameaças de morte.

Em outubro, uma bomba foi ativada no interior de seu carro enquanto ela estava nos arredores da cidade de Mosta.

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