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Marido é preso por usar aspirador de pó robô para filmar traição de sua mulher

Imagens usadas em processo de divórcio se voltaram contra o homem, que vai cumprir pena na cadeia por violação de privacidade

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Um homem em Taiwan foi condenado a cinco meses de prisão por usar um aspirador de pó robô para filmar sua esposa em momentos íntimos com outro homem.
  • O tribunal reconheceu a traição e determinou que a mulher e o amante pagassem R$ 270 mil em indenização ao marido.
  • A esposa denunciou o marido por violação de privacidade, e a Justiça de Taiwan decidiu a seu favor.
  • O marido foi multado em R$ 80 mil e preso por violar o direito à intimidade ao usar o robô sem consentimento.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Marido achou que seria uma boa ideia usar o aspirador robô para filmar as traições de sua mulher, mas o tiro saiu pela culatra
Marido ativou remotamente o dispositivo, que passou a transmitir imagens ao vivo da residência do casal Anastasiya Lvova (CC BY-SA 4.0)

Um homem em Taiwan foi condenado a cinco meses de prisão após utilizar um aspirador de pó robô equipado com câmera para gravar sua mulher em momentos íntimos com outro homem.

O caso ocorreu em setembro de 2023, quando o marido, desconfiado de uma possível traição, ativou remotamente o dispositivo, que passou a transmitir imagens ao vivo da residência do casal.


As gravações mostraram a mulher em situação íntima, e o material foi usado como prova em um processo civil, segundo o South China Morning Post.

Na ação, o tribunal reconheceu a relação extraconjugal e determinou que a mulher e o amante pagassem o equivalente a R$ 270 mil em indenização ao marido.


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Mais recentemente, porém, houve uma reviravolta no caso, quando a mulher apresentou uma denúncia criminal contra o marido, alegando violação de privacidade.

Segundo a ação, o marido não tinha o direito de violar a privacidade gravando imagens sem autorização.


A Justiça de Taiwan deu ganho de causa a ela por entender que, mesmo dentro do casamento, o direito à intimidade deve ser preservado, e considerou ilegal o uso do robô para registrar imagens sem consentimento.

Como consequência, o marido pagou uma multa equivalente a R$ 80 mil e foi condenado a cinco meses de prisão.

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