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Meta e TikTok aceitam checar dados de fronteira espanhola após travessia mortal

Plataformas estabelecerão cooperação com verificadores de fatos e proibirão conteúdos de tráfico de pessoas

Reuters

Internacional|Da Reuters

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Meta e TikTok concordam em verificar informações sobre travessias de fronteira para a Espanha.
  • Objetivo é impedir redes criminosas de induzirem imigrantes com informações falsas.
  • Mais de 70 mil imigrantes tentaram entrar em Ceuta, resultando em quase 100 mortes.
  • Plataformas estabelecerão cooperação com verificadores de fatos e proibirão conteúdos de tráfico de pessoas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Mais de 70 mil imigrantes tentaram entrar em Ceuta, resultando em quase 100 mortes Violeta Santos Moura/Reuters - 01.08.2026

A Meta e o TikTok concordaram em verificar a veracidade do conteúdo relacionado às travessias de fronteira para a Espanha, após a corrida em massa para entrar no enclave espanhol de Ceuta, vindo de Marrocos, afirmou a chefe de tecnologia da UE (União Europeia), Henna Virkkunen.

O objetivo é impedir que redes criminosas induzam potenciais imigrantes a tentar a travessia com informações falsas, o que já resultou em mortes trágicas, disse ela em uma postagem no X na noite de segunda-feira (10).


Mais de 70 mil imigrantes em potencial invadiram Ceuta em 30 de julho, em uma onda que deixou quase 100 mortos.

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Eles foram incentivados por alguns vídeos que se tornaram virais, incluindo alguns publicados por um veículo de notícias espanhol com o objetivo de destacar o peso das pressões imigratórias.


Meta e TikTok concordaram com a UE em estabelecer um “mecanismo ad hoc de escalonamento e cooperação com verificadores de fatos” como parte dos protocolos de crise, de acordo com a postagem.

As plataformas também se comprometeram a proibir conteúdos relacionados ao tráfico de pessoas, acrescentou um porta-voz da Comissão nesta terça-feira (11).


O porta-voz disse aos repórteres que as plataformas agem para bloquear ou reduzir a prioridade do conteúdo de forma voluntária — a Comissão Europeia não as obriga a remover nenhum conteúdo, mas abre um diálogo com elas para que ajam com responsabilidade.

A Comissão e a força policial pan-europeia Europol estão discutindo a situação com as duas empresas diariamente, segundo a publicação de Virkkunen.

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