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Morrem 3 funcionários da televisão do Hezbollah em Malula, na Síria

Internacional|Do R7

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Beirute, 14 abr (EFE).- Três funcionários do canal de televisão que pertence ao grupo xiita libanês Hezbollah, "Al-Manar", morreram nesta segunda-feira na cidade de Malula, na Síria, que teve o controle retomado pelo exército sírio, anunciou a emissora. O jornalista e correspondente Hamza el Hajj Hassan, o técnico Halim Alau e o cinegrafista Mohammed Mantash, todos eles libaneses, morreram "pelos disparos de terroristas extremistas ('takfiries')", informou o canal. O exército sírio, apoiado pelo Hezbollah, recuperou hoje essa cidade, de maioria cristã, onde 13 religiosas tinham sido sequestradas por combatentes jihadistas e liberadas recentemente. No comunicado, o canal acrescentou que "vários companheiros ficaram feridos no ataque", mas não detalhouo se eles também são do "Al-Manar" ou jornalistas de outros meios de comunicação. As vítimas "morreram pelos disparos realizados por terroristas nos arredores da cidade de Malula, na região de Al Qalamoun, enquanto cobriam a recuperação da cidade pelo exército sírio", acrescentou. Segundo a televisão, os veículos do comboio jornalístico levavam "claramente" sinais de identificação da imprensa. O Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), ONG baseada em Londres que documenta as violações no conflito sírio, afirmou em comunicado que "franco-atiradores das brigadas islamitas dispararam contra a equipe da televisão libanesa "Al-Manar"". De acordo com esta organização, outro membro da equipe sofreu ferimentos graves. Outros quatro militares do exército sírio morreram, segundo o OSDH, por disparos quando tentavam retirar os jornalistas que tinham sido atacados. A ONG Repórteres Sem Fronteiras calcula que em torno de 130 jornalistas morreram desde o começo do conflito na Síria, em março de 2011. EFE ks-ms-er/cd

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