Mortes no Mediterrâneo chegam a 2 mil neste ano, alerta OIM
Maioria das mortes acontece entre a Líbia e o sul da Itália
Internacional|ANSA Brasil

Na data em que é celebrado o Dia Internacional do Refugiado, a Organização Internacional para as Migrações (OIM) anunciou que cerca de dois mil imigrantes e refugiados morreram no Mar Mediterrâneo em 2017. Do início do ano até 18 de junho, a OIM registrou um total de 81.292 entradas pelo mar na Europa e 1.985 mortos. Somente na Itália, foram aproximadamente 85% deslocados que desembarcaram, de acordo com a nota emitida pela organização em Genebra.
Número de refugiados no Brasil aumentou quase 10% no último ano
Segundo o relatório, a maioria das fatalidades aconteceu no caminho entre a Líbia e a Sícilia, no sul da Itália. Embora o número de mortes registradas neste período seja menor que o do ano passado (2911), este é o quarto ano consecutivo que mais de dois mil imigrantes morrerá na travessia.
O mediterrâneo é a principal rota de viagem dos imigrantes, que fogem da pobreza, violência, guerra e fome de seus países.
Atualmente, a maior parte dos resgates na região é coordenada pelas autoridades italianas.
No combate à crise imigratória no mundo, Uganda, país localizado na África, abriu as portas para refugiados e já recebeu quase 1 milhão de imigrantes. A a maioria das pessoas vem do Sudão do Sul
No combate à crise imigratória no mundo, Uganda, país localizado na África, abriu as portas para refugiados e já recebeu quase 1 milhão de imigrantes. A a maioria das pessoas vem do Sudão do Sul
























