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Mulher de 28 anos é acusada de fingir ser adolescente e frequentar colégio nos EUA

Direção descobriu engano por meio de rede social, e caso reacende episódios semelhantes registrados em outras regiões do país

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Uma mulher de 28 anos, Kacy Claassen, foi presa em Nova York por fingir ter 16 anos para se matricular em uma escola pública.
  • Ela utilizou um nome falso e uma data de nascimento falsa para se inscrever na Westchester Square Academy.
  • A fraude foi descoberta pelo diretor, que encontrou seu perfil nas redes sociais, revelando sua verdadeira identidade.
  • Claassen responde a várias acusações e se declarou inocente, com o caso gerando repercussão devido a episódios semelhantes nos EUA nos últimos anos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Kacy Claassen tem 28 anos e é mãe de uma menina Reprodução/Facebook/Kacy Claassen

Uma mulher de 28 anos foi presa em Nova York, nos Estados Unidos, após, segundo as autoridades, fingir ter 16 anos para se matricular em uma escola pública de ensino médio no distrito do Bronx. Identificada como Kacy Claassen, ela teria utilizado um nome falso e apresentado uma data de nascimento indicando que havia nascido em 2010.

De acordo com a denúncia criminal, Claassen se inscreveu na Westchester Square Academy em 13 de abril, afirmando se chamar Shamara Rashad. Na ocasião, ela também disse à direção que havia se mudado recentemente de Ohio para Nova York.


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A suspeita permaneceu frequentando a escola por cerca de duas semanas, até que o diretor encontrou uma página no Facebook com o nome verdadeiro e a idade da mulher. O perfil também indicava que ela era de Hays, no estado do Kansas, e fazia referência a uma filha.

Ao ser confrontada, Claassen inicialmente manteve a versão apresentada no ato da matrícula. Segundo os investigadores, porém, ela acabou admitindo sua verdadeira identidade após ser apresentada às informações encontradas nas redes sociais.


Ainda de acordo com a polícia, a mulher declarou que um amigo a incentivou a mentir para que pudesse obter mais benefícios de assistência pública.

Claassen foi detida em 27 de abril dentro da própria escola. Ela responde por acusações que incluem falsidade ideológica, invasão de propriedade e por colocar em risco o bem-estar de menores.


No dia seguinte à prisão, a acusada se declarou inocente perante a Justiça. Ela foi liberada sem necessidade de pagamento de fiança e deverá voltar ao tribunal em 15 de junho.

Em nota divulgada à imprensa, o sistema público de ensino da cidade de Nova York classificou a fraude de matrícula como um crime grave que compromete os valores da rede escolar. O comunicado informou ainda que a polícia investiga o caso e que a comunidade escolar está recebendo o suporte necessário.


O episódio se soma a outros casos semelhantes registrados nos Estados Unidos nos últimos anos. Em 2023, Hyejeong Shin, então com 29 anos, foi acusada de usar uma certidão de nascimento falsa para se matricular em uma escola de ensino médio em New Brunswick, no estado de Nova Jersey.

Shin aderiu posteriormente a um programa judicial preliminar de três anos, que incluiu avaliação de saúde mental e pagamento de multas.

Outro episódio ocorreu em Dallas, no Texas, em 2019, quando Sidney Gilstrap-Portley, então na faixa dos 20 anos, ingressou em uma escola com nome falso e chegou a se destacar como principal jogador do time de basquete.

Gilstrap-Portley acabou condenado a seis anos de liberdade condicional após admitir adulteração de documentos e contato sexual ilícito com uma estudante de 14 anos.

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