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‘Nerds com armas’: tropa de elite dos EUA prioriza soldados com conhecimento tecnológico

Forças especiais americanas buscam militares que dominem inteligência artificial e softwares avançados

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • As forças de operações especiais dos EUA estão priorizando recrutar soldados com conhecimentos tecnológicos devido ao aumento do uso de drones e inteligência artificial nos campos de batalha.
  • Especialistas destacam que, além de habilidades tecnológicas, a "garra e resistência" continuam essenciais para militares.
  • A Ucrânia exemplifica a importância da tecnologia na guerra, utilizando drones para resistir à força militar superior da Rússia.
  • Unidades militares americanas buscam soldados que dominem inteligência artificial e softwares avançados, mantendo também o treinamento padrão de combate.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Drones avançados vem mudando o padrão das guerras modernas Aaron Troutman/Exército dos EUA

Em meio ao aumento de drones que utilizam inteligência artificial e outras tecnologias que vêm aparecendo nos campos de batalha, as forças de operações especiais dos Estados Unidos, consideradas as tropas de elite das Forças Armadas americanas, estão priorizando recrutar soldados com conhecimento tecnológico, de acordo com o Business Insider.

A procura por recrutas que entendam de sistemas de última geração mostra como as guerras modernas mudaram em relação ao passado. Mesmo assim, especialistas reforçam que a “garra e resistência” ainda são essenciais para um militar.


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“À medida que uma nova capacidade se torna mais difundida nas formações de combate, o nível básico de conhecimento de todos sobre como operar aumenta”, disse Frank Bradley, do Comando de Operações Especiais das Forças Armadas, durante o evento SOF Week, segundo o site.

“Existem doutores e existem brigões de bar. Precisamos de alguns de cada um desses perfis, e também de alguns que consigam ser ambos”, concluiu.


A Ucrânia é um exemplo da importância da tecnologia na guerra. Mesmo com uma força bélica inferior à da Rússia, o país mantém o conflito com Moscou há mais de 4 anos. Algumas das estratégias essenciais para a resistência ucraniana foram entender a tecnologia russa e utilizar drones interceptadores que detectam equipamentos inimigos.

O governo de Donald Trump, inclusive, já pediu ajuda de Volodymyr Zelensky para lidar com drones Shahed em meio à guerra no Oriente Médio. O modelo é produzido na Rússia e no Irã e vem sendo usado em ambos os conflitos.


Diante desse cenário, unidades militares americanas estão apostando em tropas que entendam de inteligência artificial e softwares avançados, mas que também tenham o treinamento padrão de um soldado.

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