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Como é o drone com inteligência artificial testado pela Otan em exercício militar

Dispositivo foi desenvolvido para transportar soldados feridos diretamente do campo de batalha

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Forças militares da Polônia e dos EUA testaram um drone de inteligência artificial durante o exercício SOAR 26.
  • O Flowcopter FC-100 é projetado para transportar soldados feridos do campo de batalha sem expor equipes ao fogo inimigo.
  • O drone pode operar com um sistema hidráulico, carregando cargas pesadas e voando em condições climáticas adversas por até seis horas.
  • A iniciativa visa otimizar o atendimento médico em combate e também pode ser utilizado para transporte logístico de suprimentos essenciais.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

FC-100 é um veículo aéreo não tripulado fabricado pela Flowcopter Reprodução/Flowcopter

Militares da Polônia e dos Estados Unidos realizaram um teste com um drone de grande porte equipado com inteligência artificial para retirada de feridos em zonas de combate. A demonstração ocorreu em Bemowo Piskie, no território polonês.

O equipamento utilizado foi o FC-100, um veículo aéreo não tripulado fabricado pela Flowcopter e que foi desenvolvido para transportar soldados feridos diretamente do campo de batalha, sem expor outros militares ao perigo.


Durante o exercício, os militares simularam a evacuação de um ferido utilizando um boneco de teste conhecido como “Rescue Randy”, que possui peso semelhante ao de uma pessoa adulta. O drone realizou o transporte enquanto soldados americanos coordenavam procedimentos de resgate para um veículo médico, conhecido como MEDEVAC.

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Como funciona?

Diferentemente de drones convencionais movidos a baterias elétricas, o FC-100 utiliza um sistema hidráulico alimentado por um motor a gás. A tecnologia, construída com aço tubular, permite carregar cargas mais pesadas e reduzir o intervalo entre missões por meio de reabastecimento rápido.


A Flowcopter afirma que o drone conta com peso máximo de decolagem de 650 kg. O dispositivo pode carregar carga útil de até 200 kg. Além disso, é capaz de permanecer no ar por até seis horas com apenas um tanque de combustível e operar em condições climáticas adversas, como chuva intensa e neve.

O exercício também serviu para testar novas estratégias de atendimento médico em combate utilizando inteligência artificial e sistemas autônomos. O major Garrett Kuipers afirmou, em trecho publicado pela agência Reuters, que a iniciativa busca preencher a lacuna existente entre o local do ferimento e as instalações médicas durante operações de retirada em combate.


Outras fontes citadas pela Reuters destacam que, embora a retirada de feridos seja uma das aplicações mais visíveis, a principal função do drone deverá ser o suporte logístico diário das tropas.

Além disso, o equipamento poderá ser utilizado para transportar suprimentos essenciais, como bolsas de sangue, equipamentos médicos e outros materiais necessários para manter unidades militares operando em áreas de conflito.

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