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‘Sem os Estados Unidos, não haverá fim’ do conflito entre Rússia e Ucrânia, opina analista

Marco Rubio afirmou que Washington segue disposto a atuar como mediador no Leste Europeu; oferta acontece depois de ataques intensos entre os países

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Marco Rubio afirma que os Estados Unidos estão dispostos a mediar o conflito entre Rússia e Ucrânia.
  • Os ataques de Moscou a Kiev incluíram o lançamento de um míssil hipersônico no último fim de semana.
  • Igor Lucena acredita que sem a intervenção dos EUA, o conflito não terá fim.
  • Donald Trump busca um acordo de reconstrução da Ucrânia e exploração de terras raras, visando ganhos econômicos e políticos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que Washington segue disposto a atuar como mediador entre Rússia e Ucrânia. A oferta acontece depois de ataques intensos de Moscou contra Kiev durante o último fim de semana, incluindo o lançamento de um míssil hipersônico.

Rubio conversou com o ministro das Relações Exteriores russo por telefone nesta segunda-feira (25). Segundo ele, os EUA estão prontos para fazer o possível para ajudar a facilitar o fim do conflito. As negociações lideradas pelos norte-americanos estão paralisadas nos últimos meses devido ao conflito no Oriente Médio.


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Em entrevista ao Conexão Record News desta terça-feira (26), Igor Lucena, economista e doutor em relações internacionais, afirma que “sem os Estados Unidos, não haverá um fim desse conflito”. Segundo ele, o presidente Donald Trump não se importa muito com qual linha vai ser definida para que haja um cessar-fogo, contanto que haja uma trégua e um acordo de paz em que ele possa aparecer.

Lucena explica que Trump já tem um acordo de reconstrução da Ucrânia com empresas americanas no fim do conflito e, principalmente, tem um acordo de exploração das terras raras em vários territórios ucranianos que, depois do conflito, continuarão com a Ucrânia. Então, seria uma dupla vantagem. Um aumento econômico externo dos Estados Unidos e, ao mesmo tempo, uma vitória.


Trump está focado em resolver as questões de Cuba, Ucrânia e Irã com o objetivo de “ter vitórias para apresentar em novembro nas eleições de meio de termo [...] E, a partir daí, continuar os próximos dois anos com o comando das casas. E esse é talvez o principal ponto que o move nesses últimos dias”, aponta o analista.

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