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Novos bombardeios da coalizão em Mossul matam 9 jihadistas

Internacional|Do R7

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(Atualiza números e acrescenta ataques). Mossul (Iraque), 11 nov (EFE).- Pelo menos nove membros do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) morreram e cinco ficaram feridos em ataques aéreos da coalizão internacional na cidade de Mossul, no norte do Iraque, informou nesta terça-feira à Agência Efe um dirigente local. Mohammed Ibrahim al Bayati, chefe do Comitê de Segurança da província de Ninawa, cuja capital é Mossul, explicou que o alvo dos bombardeios das últimas horas foi o gabinete de Juventude e Esporte, onde morreram sete extremistas e cinco ficaram feridos. No edifício utilizado pelo EI funciona os escritórios da polícia religiosa do grupo. O outro alvo dos ataques foi a casa de um dirigente do EI original do Cazaquistão, que não se encontrava no lugar no momento da ação. Pelo menos dois jihadistas que protegiam o imóvel morreram e seis civis, entre eles quatro mulheres, ficaram feridos, segundo a mesma fonte. O bombardeio provocou grandes danos materiais, de acordo com o funcionário. A casa fica em Al Dendan, no centro de Mossul, a segunda maior cidade do Iraque, que está em mãos dos jihadistas desde junho. Entre sexta-feira e sábado, bombardeios similares deixaram no Iraque dezenas de jihadistas do EI mortos e feridos, entre eles vários dirigentes. Informações desencontradas foram divulgadas sobre os ataques, mas existe a possibilidade do líder dos extremistas, Abu Bakr al-Baghdadi, ter sido ferido. Alguns meios de comunicação iraquianos afirmaram que al-Baghdadi foi ferido, mas em bombardeios da aviação iraquiana na cidade de Al Qaim, na província de Al-Anbar, na fronteira com a Síria, nos quais teriam morrido outros líderes do EI como Abu Hodeifa al Adnani. As vítimas foram para a Síria, segundo as fontes, mas ontem o Observatório Sírio de Direitos Humanos revelou que um dos principais dirigentes dado como morto, Abu Anas al Shami, foi visto em perfeito estado de saúde na cidade síria de Al Bukamal, na fronteira com o Iraque. Os Estados Unidos disseram que não podem confirmar se al-Baghdadi se encontra entre as vítimas dos bombardeios da coalizão internacional, liderada pelos americanos, ou da aviação iraquiana. Os jihadistas proclamaram um califado no Iraque e Síria no final de junho, onde conquistaram partes do centro e norte de ambos os países. EFE ja-aj/dk

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