O que se sabe sobre o surto de meningite que matou jovens no Reino Unido
Casos se concentram nos arredores da Universidade de Kent, na Inglaterra, e preocupam autoridades
Internacional|Do R7
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Um surto de meningite está preocupando autoridades do Reino Unido, que descreveram a situação como “sem precedentes”. Segundo a UKHSA (Agência de Segurança Sanitária), até quarta-feira (18), foram registradas duas mortes e 20 casos considerados suspeitos.
Os pacientes se concentram nos arredores da Universidade de Kent, em Canterbury, na Inglaterra. As vítimas eram um estudante da faculdade, de 21 anos, e uma aluna do ensino médio, de 18.
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Autoridades acreditam que o surto começou na boate Club Chemistry, popular entre jovens de Canterbury. De acordo com o jornal The Sun, mais de 2.000 pessoas teriam visitado o “superclube” durante o fim de semana relacionado ao início dos diagnósticos.
Entre os infectados está uma bebê de nove meses, que se tornou a pessoa mais jovem a adoecer em meio ao surto. A criança está internada e precisará passar por duas cirurgias.
Embora os casos estejam concentrados na cidade da Inglaterra, especialistas temem que a meningite se espalhe por todo o Reino Unido, já que os estudantes estão demonstrando interesse em voltar para suas casas até o surto diminuir.
“Se alguém que atualmente tem um caso potencialmente infeccioso de meningite, sem saber, e viaja para outra parte do país, podemos observar transmissão localizada nesse local”, disse o pesquisador Michael Head, em entrevista ao The Sun.
Em comunicado, a Universidade de Kent afirmou que implementou um programa de vacinação contra meningite B para todos os estudantes que moram no campus de Canterbury. Além disso, a faculdade está oferecendo antibióticos preventivos para alunos e funcionários.
“Esta é uma questão regional de saúde pública e não específica da Universidade. A resposta está sendo liderada pela Agência de Segurança da Saúde do Reino Unido (UKHSA) e estamos trabalhando com eles e com nossos parceiros à medida que a situação se desenvolve. Os contatos conhecidos dos casos existentes em nossa comunidade foram contatados e orientados sobre os próximos passos. Os alunos afetados estão recebendo tratamento com antibióticos em nosso campus de Canterbury”, escreveu a instituição.
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